O Feliz Terapia tem como objetivo tirar dúvidas sobre questões que afligem o Homem em sua caminhada, como: O que é ser feliz? Só se pode ser feliz à dois?
E também, oferecer mensagens de teor construtivo que transmitam alegria e bem-estar.
Para
quem os tem, não os perca com picuinhas, não os esqueça pelo caminho,
pois eles são o alívio nas aflições, a esperança durante as tristezas, a
luz na escuridão. Feliz Dia do Amigo!
Pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) serão beneficiados com 10
novas Práticas Integrativas e Complementares (PICS). Os tratamentos
utilizam recursos terapêuticos, baseados em conhecimentos tradicionais,
voltados para prevenir diversas doenças, como depressão e hipertensão.
Em 2006, quando foi criada a Política Nacional de Práticas Integrativas e
Complementares (PNPIC) eram ofertados apenas cinco procedimentos. Após
10 anos, em 2017, foram incorporadas 14 atividades, chegando as 19
práticas disponíveis atualmente à população: ayurveda, homeopatia,
medicina tradicional chinesa, medicina antroposófica, plantas
medicinais/fitoterapia, arteterapia, biodança, dança circular,
meditação, musicoterapia, naturopatia, osteopatia, quiropraxia,
reflexoterapia, reiki, shantala, terapia comunitária integrativa,
termalismo social/crenoterapia e yoga.
Com as novas atividades, ao todo, o
SUS passa a ofertar 29 procedimentos à população.
“O Brasil passa a contar com 29 práticas integrativas pelo SUS. Com
isso, somos o país líder na oferta dessa modalidade na atenção básica.
Essas práticas são investimento em prevenção à saúde para evitar que as
pessoas fiquem doentes. Precisamos continuar caminhando em direção à
promoção da saúde em vez de cuidar apenas de quem fica doente”,
ressaltou o ministro Ricardo Barros.
A inclusão foi anunciada no dia 12 de Março, no Rio de Janeiro
(RJ), durante a abertura do 1º Congresso Internacional de Práticas
Integrativas e Saúde Pública (INTERCONGREPICS).
Confira cada uma das dez novas práticas:
Apiterapia – método que utiliza produtos produzidos
pelas abelhas nas colmeias como a apitoxina, geléia real, pólen,
própolis, mel e outros.
Aromaterapia – uso de concentrados voláteis extraídos de vegetais, os óleos essenciais promovem bem estar e saúde.
Bioenergética – visão diagnóstica aliada à
compreensão do sofrimento/adoecimento, adota a psicoterapia corporal e
exercícios terapêuticos. Ajuda a liberar as tensões do corpo e facilita a
expressão de sentimentos.
Constelação familiar – técnica de representação
espacial das relações familiares que permite identificar bloqueios
emocionais de gerações ou membros da família.
Cromoterapia – utiliza as cores nos tratamentos das doenças com o objetivo de harmonizar o corpo.
Geoterapia – uso da argila com água que pode ser aplicada no corpo. Usado em ferimentos, cicatrização, lesões, doenças osteomusuculares.
Hipnoterapia – conjunto de técnicas que pelo
relaxamento, concentração induz a pessoa a alcançar um estado de
consciência aumentado que permite alterar comportamentos indesejados.
Imposição de mãos – imposição das mãos próximo ao
corpo da pessoa para transferência de energia para o paciente. Promove
bem estar, diminui estresse e ansiedade.
Ozonioterapia – mistura dos gases oxigênio e ozônio
por diversas vias de administração com finalidade terapêutica e promove
melhoria de diversas doenças. Usado na odontologia, neurologia e
oncologia.
Terapia de Florais – uso de essências florais que modifica certos estados vibratórios. Auxilia no equilíbrio e harmonização do indivíduo
Se eu pudesse dar só um
conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. Pelo menos um.
Mas se possível, tenham 2, 3, 4… Irmãos são a nossa ponte com o passado e
o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.
Filhos nos fazem seres humanos melhores.
O
que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo
te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é
delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como
um filho.
Esqueça
aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa
com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na
Renner e não na Calvin Klein, porque no fim, são só roupas. E o tênis do
ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos… Você tem
outras prioridades e só um par de pés.
Você passa a trabalhar com
mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente
dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que
nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os
limites.
Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo.
Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico…
Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais
grandioso que isso.
Sua alimentação passa a importar. Não dá pra
comer chocolate com coca-cola e oferecer banana e água pra ele. Você
passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato
dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o
refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de
longevidade.
Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar.
Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os
joelhos e pede à Deus que olhe por ele.
E assim, seu filho te ensina
sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi
capaz.
Você confronta sua sombra. Um filho traz à tona seu pior
lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de
biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo. Você
se vê agressivo, impaciente e autoritário.
E assim você descobre que é
só pelo amor e com amor que se educa. Você aprende a respirar fundo, se
agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de
seus pequenos olhinhos.
Um filho faz você ser uma pessoa mais
prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma
arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você
não pode morrer (não tão cedo)… Quem é que criaria e amaria seus filhos
da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca
querer estar vivo.
Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.
Tenha
filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para
ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir
seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela
vozinha estridente.
Tenha filhos para receber aquele sorriso e
abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa
mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos
para ganhar beijos babados com um hálito que listerine nenhum
proporciona. Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem
como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo
mundo.
Tenha filhos para re-aprender a delícia de um banho cheio de
espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer
manga sem se limpar.
Tenha filhos.
Sabendo que muito pouco
você ensinará. Tenha filhos justamente porque você tem muito a aprender.
Tenha filhos porque o mundo precisa que nós sejamos pessoas melhores
ainda nessa vida.
Vários pesquisadores em todo o mundo estão desenvolvendo formas
de detectar o Mal de Alzheimer o mais cedo possível, pois, quanto antes
for descoberta, mais rapidamente pode se começar o tratamento para
desacelerar a doença. Agora, a inteligência artificial pode ajudar. Pesquisadores da
Universidade de Bali, na Itália, desenvolveram um algoritmo capaz de
detectar pequenas mudanças estruturais no cérebro causadas pela doença
uma década antes de os sintomas aparecerem. Conforme relata o
New Scientist, a tecnologia foi alimentada com 67 exames de ressonância
magnética, sendo 38 de pacientes com Alzheimer e 29 saudáveis. Os
pesquisadores dividiram as varreduras em pequenas regiões e fizeram a AI
analisar as conectividades neuronais entre elas. Depois que o treinamento foi feito, eles o testaram com 148
indivíduos – a tecnologia foi capaz de diagnosticar 86% dos casos da
doença com anos de antecedência.
Com a anulação da restrição aos
atendimentos em psicoterapia, a sentença da Justiça determina que a
cobertura dos planos corresponda ao número de sessões prescritas pelo
profissional de saúde responsável
A Justiça Federal determinou que os
planos de saúde em todo o Brasil disponibilizem número ilimitado de
sessões de psicoterapia para seus clientes após ação do Ministério
Público Federal em São Paulo (MPF). A decisão anula parte da Resolução
387/2015 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que estabelecia
a obrigatoriedade dos convênios de arcar com 18 atendimentos por ano
para tratamento de síndromes e transtornos psicológicos. A sentença foi
proferida em 10 de maio, mas o MPF só foi notificado de seu teor na
última semana de junho.
A 25ª Vara Cível da capital paulista
acolheu os argumentos do MPF e destacou que a norma editada pelo órgão
contraria tanto a Constituição Federal quanto as leis que regulamentam o
setor. Segundo o MPF, um exemplo é a Lei 9.656/98, que dispõe sobre os
planos de saúde e fixa como regra a inexistência de limite para a
cobertura assistencial. Entre as exceções estão procedimentos
específicos como tratamentos experimentais, inseminação artificial e
procedimentos odontológicos, mas o texto não trata sobre psicoterapia.
“Chega a ser, não diria cínico, mas, ao
menos, ingênuo o argumento de que o limite estabelecido é o mínimo de
sessões de psicoterapia que a operadora do plano de saúde está obrigada a
oferecer, podendo ela oferecer mais que esse limite”, acrescentou o
juiz federal Djalma Moreira Gomes ao tratar da justificativa que a ANS
apresentou.
“A experiência revela que isso não acontece na prática. As
operadoras fazem [no máximo] aquilo que o órgão regulador/fiscalizador
lhes impõe, o que é compreensível até em razão de questões de custos e
de mercado.”
Com a anulação da restrição aos
atendimentos em psicoterapia, a sentença da Justiça determina que a
cobertura dos planos corresponda ao número de sessões prescritas pelo
profissional de saúde responsável.
A decisão judicial é resultado de uma
ação civil pública do MPF proposta no ano passado. O procurador da
República Luiz Costa, autor do procedimento, destacou que, além de
ilegal, a norma da ANS é inconstitucional por afrontar o direito social à
saúde e ir de encontro às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o MPF, “ao indicar um número máximo de sessões por ano, a
ANS extrapolou seu poder regulatório e manteve em vigência uma resolução
que vai além do que a legislação permite”.
Procurada pela Agência Brasil, a ANS informou que recorreu da decisão e aguarda nova decisão da Justiça sobre o recurso.
Finalmente, a Justiça reconheceu a necessidade do pagamento das sessões de psicoterapia pelos Planos de Saúde que insistem em não cumprir a Lei.
Quando concluí a graduação em Psicologia prometi a mim mesma que, sempre
que possível, facilitaria o acesso ao tratamento psicoterápico às
pessoas que não dispõem de recursos financeiros para arcar com consultas
particulares. E o tenho feito há 18 anos. Mas, agora, também estou
disponibilizando este acesso àqueles que, temporariamente, estão
vivenciando esta dificuldade em virtude das condições sociais e
econômicas que o país enfrenta. Assim, decidi dar minha parcela de
contribuição e ajudar a quem, emocionalmente, está sendo afetado por
esta crise.
Valores de acordo com a tabela das Clínicas-Escola.
Agendamentos de consultas através do telefone: 81-999894865.
Aos amigos que concordarem com a ideia, ficarei grata se
compartilharem para que mais pessoas tenham acesso à informação e ao
serviço.
Embora cada vez menos pessoas estejam se casando hoje em dia, pesquisas
sugerem que casar e manter a união é uma das melhores coisas que você
pode fazer por si mesmo. Como o New York Times concluiu recentemente:
“estar casado deixa as pessoas mais felizes e satisfeitas com suas vidas
do que aquelas que permanecem solteiras” — principalmente, durante os
períodos mais estressantes da vida, como a chegada dos 30. Sim, é claro
que toda mulher deseja ser tratada pelo parceiro como uma “rainha”. E
uma rainha de verdade deixa o drama de lado pra pensar no que realmente
está em jogo. Antes de subir ao altar você vai querer conferir as dicas
reunidas pelo Business Insider:
1) Se você esperar até os 23 para se casar, há menos chances de se divorciar. Uma pesquisa de 2014 feita pela Universidade da Pensilvânia descobriu
que cerca de 60% dos americanos que têm filhos ou se casam aos 18 acabam
se divorciando, enquanto aqueles que esperam até os 23 para qualquer
uma dessas situações têm apenas 30% de probabilidade de se divorciarem. A
revista Atlantic sugere que isso ocorre porque quando nos casamos
jovens não somos maduros suficientes para escolher o parceiro adequado. 2) Aquela fase de paixão intensa dura cerca de um ano. A
fase da lua de mel em que ambas as partes estão extremamente
apaixonadas e vivendo sentimentos intensos de atração e êxtase não dura
pra sempre. Segundo um estudo de 2005 da Universidade de Pavia, na
Itália, essa fase dura somente cerca de um ano.
3) Você acaba percebendo que não é mais só você consigo mesmo.
Assim que você começa a morar junto com alguém você percebe que ambos
têm prioridades e tolerâncias diferentes — o que, por um instante, pode
causar um problemão ou simplesmente não causar. “As pessoas têm que
entrar num acordo com a realidade de que nós realmente somos pessoas
diferentes”, disse a terapeuta de casais americana Ellyn Bader. “Você é
diferente de quem achei que você fosse ou queria que você fosse. Temos
ideias diferentes, sentimentos diferentes e interesses diferentes”. É
uma evolução estressante, porém necessária.
4) Se você fica contente quando seu parceiro vem com boas notícias, então terá um relacionamento melhor.
Em diversos estudos, casais que celebravam ativamente notícias boas (em
vez de desconsiderá-las) registraram uma taxa maior de bem-estar no
relacionamento. Por exemplo, se uma esposa chega em casa e divide com o
marido uma boa notícia em relação ao trabalho, a melhor coisa que ele
tem a fazer é dar uma resposta “construtiva-ativa”:
• Construtiva-ativa: “Que notícia boa! Eu sabia que você era capaz, ainda mais depois de tanto trabalho duro!”.
• Construtiva-passiva: um sorriso e apenas um “Que notícia boa”.
• Destrutiva-ativa: “Isso significa que você vai trabalhar mais do que já tem trabalhado? Tem certeza que vai aguentar isso?”
• Destrutiva-passiva: “Sério? Meu, você não sabe o que aconteceu comigo hoje no caminho de volta pra casa!”.
5) Os casamentos mais felizes são entre melhores amigos.
A Agência Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA descobriu através de
uma pesquisa feita em 2014 que o casamento realmente traz a sensação de
bem-estar, principalmente àqueles que são amigos próximos. A amizade,
segundo a pesquisa, é o principal mecanismo que ajuda a explicar a
relação entre o casamento e a satisfação.
6) Quanto mais parecida é a idade do casal, menor é a probabilidade de se separar.
Um estudo da Emory University, nos EUA, feito com 3 mil pessoas –
divorciadas e casadas – descobriu que a diferença de idade está ligada
ao desgaste no casamento. A pesquisa revelou que um ano de diferença
entre o casal torna os parceiros 3% mais propícios ao término (quando
comparado a um casal da mesma idade); uma diferença de cinco anos entre o
casal já faz a estimativa subir para 18%, e um casal com 10 anos de
diferença tem 39% de chances de se divorciar.
7) O ressentimento só aumenta em casais que não dividem as tarefas de casa.
Mais de 60% dos americanos dizem que ajudar nas tarefas de casa é um
dos pontos cruciais para um casamento durar. Em sua obra “Não é você, é a
louça”, a escritora Paula Szuchman recomenda um sistema onde cada
pessoa fica com as tarefas que sabe fazer melhor. Resumindo: se você é
realmente melhor lavando louça do que passando roupa, então essa deveria
ser a sua tarefa. Isso irá tomar menos seu tempo do que do seu
parceiro, assim como o seu, ele(a) vai gastar menos tempo passando roupa
do que você gastaria. “O que no final significa que vocês economizaram
bastante tempo”, diz Paula.
Tudo o que você diz
sobre as coisas, interfere na imagem que as pessoas fazem de você,
independente se é um comentário no horário de almoço ou a exposição de
uma ideia na reunião. Por causa disso, é preciso tomar cuidado com o que se fala em um
ambiente de trabalho. Confira 11 frases listadas pelo site Bussiness
Insider que nunca devem ser ditas:
1- "Será que isso faz sentido?” Quando um
colega propõe uma ideia, ao invés de questionar a proposta da pessoa com
ar de desprezo, pergunte o que ela pensa sobre o assunto, explica a
coach Tara Sophia Mohr.
2- “Isso não é justo” Reclamar dizendo que algo
é uma injustiça não vai mudar a situação. De acordo com o autora do
livro “Well Said! Presentation and Conversations That Get Results”,
Darlene Price, o ideal é estruturar o seu argumento e debater para obter
resultados.
3- “Eu não tive tempo” Na maioria das vezes,
essa frase não passa de uma mentira, pois se você não fez a tarefa,
provavelmente se esqueceu dela. A dica é se organizar para deixar todas
as atividades em dia.
4- “Apenas” ou "Só" Adicionar "apenas" ou "só"
como palavras de enchimento em frases, como dizer "Eu só quero verificar
se..." ou "Eu só acho que..." pode parecer inofensivo, mas prejudica o
que você está dizendo. Tara explica que essas palavras dão a entender
que o orador está na defensiva. Sem elas, você vai falar com mais
autoridade.
5- “Mas eu mandei um e-mail há uma semana” Se
alguém não te responde algo, é seu trabalho ir atrás da resposta. É bem
melhor ser proativo ao se comunicar do que deixar outra pessoa assumir a
culpa.
6- "Eu odeio..." ou "É tão chato quando...”
Insultos não têm lugar no escritório, especialmente quando dirigida a
uma pessoa específica ou a prática da empresa. Esse tipo de linguagem
parece infantil.
7- "Isso não é da minha responsabilidade” Mesmo
que uma tarefa não seja seu dever específico, fazer outras tarefas que
estejam ao seu alcance mostra que você é uma pessoa que sabe trabalhar
em equipe e está dedicada à empresa.
8- "Você deveria ter...” Darlene afirma que
essa frase sugere que o orador está apontando os defeitos do outro e
provocando um sentimento de culpa. Ao invés disso, ela sugere uma
abordagem mais positiva, como “No futuro, eu recomendo...”.
9- "Posso estar errado, mas...” Essa expressão
reduz, imediatamente, o impacto de tudo que você está prestes a dizer,
ou seja, isso diminui o significado da sua contribuição.
10- "Desculpe, mas...” Isto implica que você
está sendo automaticamente irritante. "Não se desculpe por ocupar
espaço, ou por ter algo a dizer", diz Tara.
11- "Na verdade..."
Começar uma frase com a expressão “na verdade” coloca distância entre
você e o ouvinte por insinuar que ele estava, de alguma forma, errado.
Adoro criar coisas na net, porisso, a partir de hoje estarei postando algumas tirinhas especiais que, também, estarão em meu perfil no Facebook. A frase de Chaplin é totalmente verdadeira, só nos falta coragem para realizá-la. Boa semana para todos! Abraços, Cristina Santos
O ciúme patológico é um transtorno afetivo grave, que corrói e destrói o relacionamento e os sentimentos; é uma perturbação em que o indivíduo se sente constantemente ameaçado.
Nesses casos, muitas vezes, a relação é baseada na posse; consequentemente, isso bloqueia, não faz crescer o amor.
O relacionamento torna-se muito angustiante, tenso, carregado de uma intensa carga emocional negativa.
No processo de ciúme patológico, várias emoções, pensamentos irracionais e perturbadores, dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, ideias obsessivas, prevalentes ou delirantes sobre infidelidade, busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita, além de comportamentos inaceitáveis ou
bizarros, são experimentados pelo indivíduo que sofre do problema.
A perturbação se manifesta através de sentimentos como ansiedade, culpa, raiva, sentimento de inferioridade, imagens intrusivas, remorso, humilhação, insegurança, vergonha, rejeição, rituais de verificação, desejo de vingança, angústia, possessividade, baixa auto-estima, muito medo de perder o parceiro para um rival,
desconfiança excessiva e infundada, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal de quem sofre desse mal.
Alguns autores sugerem, por exemplo, que o ciúme patológico possa ser sintoma de um quadro obsessivo-compulsivo, no qual pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como excessivos, irracionais ou intrusivos, e podem levar a comportamentos compulsivos, como os de verificação (por exemplo: questionamentos, telefonemas em curtíssimos intervalos entre uma ligação e outra, visitas-surpresa, vasculhar bolsos, bolsas, celulares, agendas, ouvir telefonemas nas extensões, seguir o parceiro, abrir correspondências, entre outros), caracterizados por dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, na busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita.
A manifestação do ciúme patológico, leva à distorção da percepção da realidade e pode, também, deturpar a interpretação dos fatos.
Forma-se então, um círculo vicioso e pernicioso:
O ciumento não perdoa e não confia.
Se lhe faltam motivos no presente, busca-os no passado e até no imprevisível futuro, ainda que ilusórios, frutos de sua imaginação atormentada.
Diante da gravidade das consequências desse problema, é fundamental atentar para a importância do tratamento psicológico e/ou psiquiátrico, em casos de ciúme patológico.
Admitir o problema, não negligenciando, nem negando a situação e procurar ajuda são gestos de sabedoria.
Discutindo a relação abertamente com o parceiro, dividindo angústias e temores, procurando questionar os fatos, rever as atitudes tomadas, auto-avaliar-se, entre outras atitudes benéficas, promovem uma autocompreensão e autoconhecimento, necessários para uma relação amorosa saudável, caso contrário, esse problema pode levar a uma série de consequências, tais como a solidão, a depressão e outras, muitas vezes, irreversíveis.
É importante que profissionais diversos, como psicólogos e psiquiatras, tenham conhecimento acerca do assunto e dos principais aspectos envolvidos na dinâmica de ajustamento conjugal para um tratamento mais eficaz.
(Fonte: Trechos da REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PSICOLOGIA - Khallin Tiemi SEO)
TESTE SEU NÍVEL DE CIÚMES
Para verificar o seu nível de ciúme, basta responder honestamente as questões abaixo. Lembrando que as perguntas aplicam-se para ambos os sexos:
1- Quando vocês estão em uma festa e o seu parceiro olha para o lado mais de uma vez, você automaticamente acha que ele está olhando para alguém do outro sexo?
Sim
Não
2- Quando vocês planejam um passeio e no dia marcado seu parceiro diz que está impossibilitado de ir, você logo imagina que ele vai sair com outra?
Sim
Não
3- Se vocês se veem mais de 4 vezes por semana e em um desses dias o parceiro diz que está cansado do trabalho e que, naquele dia, prefere ir direto para casa descansar, você logo pensa que é mentira e que ele irá encontrar-se com outra?
Sim
Não
4- Na noite que seu parceiro preferiu ir direto para casa descansar (pergunta anterior) você fica ligando para seu celular e telefone fixo várias vezes, até de madrugada, para checar se ele está mentindo?
Sim
Não
5- Se seu parceiro informa que não poderá vê-la em um final de semana por que está realizando um projeto em sua residência, você acha que ele está mentindo?
Sim
Não
6- Fica checando os posts do parceiro nas redes sociais em busca de flagrá-lo traindo você?
Sim
Não
7- Independente do assunto, quando você lê posts de amigas de seu parceiro no Mural dele nas redes sociais você fica com ciúmes?
Sim
Não
8- Quando você vê fotos de seu parceiro com outras mulheres, em datas anteriores a que se conheceram, você sente ciúmes?
Sim
Não
9- Se o celular de seu parceiro toca, quando vocês estão juntos, e ele não atende, você logo imagina que é uma ligação de uma rival?
Sim
Não
10- Você já seguiu seu parceiro?
Sim
Não
11- Você acha que quando se vive um relacionamento afetivo seu parceiro deve afastar-se dos amigos?
Sim
Não
12- Em seus relacionamentos afetivos você sempre liga para seu parceiro mais de 3 vezes ao dia e envia vários torpedos ao longo do dia?
Sim
Não
13- E se ele não responde um dos seus torpedos você acha há algo errado?
Sim
Não
• Se respondeu “Não” a todas as perguntas você está de parabéns! Vive seus relacionamentos de forma tranquila e saudável. E não é ciumento.
• Se respondeu “Não” a 8 perguntas pode indicar que você não sente-se totalmente seguro em seus relacionamentos mas, o ciúme ronda ameaçadoramente sua serenidade.
• Se respondeu “Sim” a 10 perguntas sugere que apresenta um perfil de insegurança, baixa auto-estima e pouca confiança em si mesmo. Nessas condições, os relacionamentos afetivos são difíceis. A intervenção psicológica se faz necessária para que o indivíduo possa conhecer seus potenciais e assim readquirir seu amor-próprio.
• Se respondeu “Sim” a todas as perguntas, pode indicar que constantemente suas relações afetivas são marcadas por frequentes desentendimentos e tem pouca duração em virtude do ciúme excessivo, possivelmente ocasionado pela ausência de auto-confiança e auto-estima . O sofrimento emocional é intenso e requer urgentemente tratamento psicoterápico.
A felicidade de cada um depende da paz interior que construímos e da força de vontade que empreendemos nesse propósito.
As crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar
alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que
aquelas que não têm bichos de estimação, segundo um estudo divulgado
nesta segunda-feira.
O estudo, publicado na revista americana Pediatrics, não
especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um
cachorro que passa parte de seu dia ao ar livre fortaleceria o sistema
imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.
Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.
O estudo incluiu 397 crianças, com entre nove e 52 semanas, na
Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises
de sua saúde.
A conclusão dos médicos foi de que os bebês que convivem com gatos ou
cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções
respiratórias - que incluem tosse, rinite e febre - enquanto quase
metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.
"As crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram
significativamente mais saudáveis durante o período de estudo", destacam
os médicos do Hospital Universitário Kuopio na Finlândia.
A diferença mais notória foi observada entre as crianças que convivem
com um cachorro dentro de casa por seis horas ao dia, contra aquelas que
não têm bichos de estimação ou os colocam para fora de casa.
"Apresentamos uma evidência preliminar de que ter um cão pode ser
benéfico contra infecções no trato respiratório durante o primeiro ano
de vida", destaca o estudo.
"Consideramos que o contato com animais ajudaria a amadurecer o sistema
imunológico, levando a uma resposta imunológica mais tranquila e a uma
breve duração das infecções", destaca.
O resultado foi significativo, inclusive depois que os cientistas
descartaram outros fatores influentes, como não ter sido amamentado,
ficar em creche, ser criado por fumantes ou por pais com asma, ou
conviver com outras crianças.
Além de ter menos infecções nos ouvidos e infecções respiratórias, os
bebês que vivem com cães tendem a precisar de menos tratamentos com
antibióticos na comparação com aqueles que vivem em casas sem mascotes.
Estudos anteriores demonstraram resultados diversos, desde aqueles que
apontaram que ter bichos de estimação não representa nenhum benefício às
crianças até os que afirmam que o contato com animais ofereceria
proteção contra resfriados e doenças estomacais.
Mas os autores do estudo na Finlândia destacam que sua análise se
diferencia por ter concentrado exclusivamente o primeiro ano de vida e
não inclui a presença de outras crianças.
Foi uma moça americana quem me disse, no meio de uma festa, que os
homens brasileiros tinham mania de transar demorado. Em vez de fazer
sexo de um jeito gostoso e rápido – que ela considerava ideal - seu
namorado brasileiro não parava enquanto ela não estivesse exausta e
irritada. “Numa noite especial, de vez em quando, tudo bem”, ela me
disse, cheia de impaciência. “Mas, a toda hora... Eu não sou
maratonista.”
Para que fique claro, ela não se queixava de longas e minuciosas
preliminares.
Reclamava do tempo excessivo de penetração, que ela
considerava apenas uma exibição de vigor da parte dele. Ao final da
festa, todo mundo bêbado, ela ainda voltou ao assunto e me perguntou se
os brasileiros eram todos assim, exibicionistas.
Constrangido e ofendido
nos brios nacionais, eu respondi, encerrando a conversa, que não fazia a
menor ideia.
Esse diálogo ocorreu faz tempo. Na hora, eu achei, com alguma razão,
que era conversa de gringa, choque cultural e tal, mas o comentário
ficou gravado.
Desde então, toda vez que um amigo se gaba – como os
homens fatalmente fazem – de ter dado “uma surra de cama” numa garota,
dentro de mim uma voz sarcástica pergunta: “E ela, gostou?”
Antes de prosseguir, uma informação em benefício das mulheres: os
homens são terrivelmente solitários quando se trata de sexo. Embora
gastem um tempo enorme falando do assunto, eles não trocam informações
verdadeiras.
Enquanto as mulheres conversam sobre as suas dificuldades,
os homens relatam ao bando apenas os seus triunfos, reais ou
imaginários.
O resultado é que existem dois mundos opostos na cabeça
masculina, quando se trata de sexo. Um é feito de performances medianas,
vexames e glória eventual.
É o mundo da experiência verdadeira, íntima.
O outro mundo, repleto de conquistas épicas e ereções olímpicas, é o do
relato mitológico dos outros.
Qual é a realidade coletiva? Não faço
ideia. Sei que na cama, como diria Fernando Pessoa, somos todos
príncipes. Quem salva os homens da completa desinformação em relação ao sexo são
as mulheres. Elas nos relatam, em geral de forma indireta, o que
acontece na intimidade delas e dos outros homens.
Como não estão
comprometidas em contar vantagem, nem preocupadas em destruir
reputações, (exceto em uma ou outra ocasião...), vêm delas bons relatos.
E opiniões menos apaixonadas. Por isso decidi, na semana passada,
esclarecer diretamente com elas a história das transas demoradas:
afinal, isso é bom para elas ou não é?
Minha pequena amostra, colhida entre mulheres de idades e situações
conjugais distintas, sugere que o empenho dos homens em esticar aquele
momento ao máximo pode ser inútil.
Várias mulheres dizem detestar sexo prolongado: “Enquanto o cara está
lá, se achando o máximo, eu fico pensando, ‘meu deus, acaba logo com
isso’”.
Outras dizem gostar apenas de preliminares demoradas: “Elas são
importantes e deliciosas”. Poucas afirmam gostar de “trepadas
quilométricas”, com recordes de penetração. “No começo de um
relacionamento ou empolgada com um flerte, é legal”, me disse uma. Mesmo
quem gosta muito, faz ressalvas: “Tem de ter intensidade, sentimento.
Não pode ser uma coisa mecânica”.
É quase unânime a opinião entre as mulheres que os homens estão se
empenhando exageradamente por desinformação. “Acho que teve tanto
marketing nas revistas femininas para combater a ejaculação precoce que a
história virou para o outro lado”, me escreveu uma amiga. “Hoje, os
caras vão para a cama como quem vai para um teste de resistência.” Ela
me disse que a tendência é tão forte que as garotas começam a regular
sexo por achar que o parceiro está esperando uma maratona – e elas não
se sentem fisicamente preparadas.
Outra coisa que fica nítida nessas conversas é o apego das mulheres por
experiência emocionais durante o sexo, não somente físicas. Homens que
não gozam privam a parceira de uma sensação importante de satisfação.
Aqueles que gozam e depois se dedicam ao orgasmo dela ganham pontos na
categoria da solidariedade erótica.
Quem consegue gozar ao mesmo tempo
em que elas, leva para casa um troféu de enorme valor por sintonia.
Sentimentos, rapaz, sentimentos...
Claro, essas coisas variam de casal para casal. Quem gosta de um jeito
com fulano pode gostar de outro com sicrano. É preciso explorar as
possibilidades, no limite do temperamento de cada um.
As regras são
flexíveis, mas existe uma coisa chamada personalidade sexual. A
Alguns
curtem sexo intensamente e são capazes de transar por horas.
Outros
gostam ainda mais, mas concentram seu prazer em espasmos curtos.
Há os
que se interessam menos pelo assunto.
Sexo, afinal, é diversidade, como tudo na vida. Muitos adoram correr,
tantos detestam. Uns têm enorme capacidade de concentração, outros se
distraem com facilidade.
Há pessoas gulosas e aquelas naturalmente
comedidas. Se as pessoas são diferentes em tudo, não é de esperar que se
comportem da mesma forma na cama - a não ser que estejam tentando
imitar um padrão, o que constitui enorme besteira.
Um dos segredos
públicos do sexo feliz é a necessidade de descobrir seu próprio jeito de
ter prazer. Mas isso leva tempo e implica, necessariamente, em pôr de
lado estereótipos e modelos.
Para os homens não é fácil. Desde que a gente é garoto, tem sempre um
sabichão disposto a explicar do que as mulheres realmente gostam. Essas
conversas prematuras e desinformadas, que envolvem quantidades
imensuráveis de mentiras, tendem a encher nossa cabeça de lixo. Demora a
livrar-se delas e descobrir, na prática do sexo, no afeto das relações,
o que é bom e ruim, para nós e para elas. Na verdade, é um trabalho
para a vida inteira.
Da minha parte, gosto de pensar em sexo como um trem em movimento.
O
orgasmo é uma estação onde todo mundo quer descer, de preferência
juntos.
Nem sempre dá.
Em geral nós, homens, desembarcamos primeiro, e
temos de esperar, cheios de dedos, pelo vagão da mulher, que vem lá
atrás.
Com a prática e as preliminares, a ordem se inverte: ela desce do
trem primeiro, depois nos ajuda com a nossa bagagem. De um jeito ou de
outro, o tempo da viagem é menos importante que chegar ao destino.
Quando os dois estão na plataforma, felizes, pode-se fazer
qualquer outra coisa: passear, ler, dormir, comer. O trem do sexo,
afinal, vai estar lá à nossa espera, toda vez que quisermos viajar.