O Feliz Terapia tem como objetivo tirar dúvidas sobre questões que afligem o Homem em sua caminhada, como: O que é ser feliz? Só se pode ser feliz à dois?
E também, oferecer mensagens de teor construtivo que transmitam alegria e bem-estar.
As emoções são o leme da vida. Equilibrá-las é uma tarefa diária, nem sempre fácil, mas necessária. Quando não conseguimos, não vale a pena permanecer em sofrimento. É necessário procurar ajuda psicológica para que voltemos ao equilíbrio novamente.
Em 27 de Agosto comemora-se o dia do profissional que cuida da alma... que cuida da mente... que cuida do equilíbrio emocional... das dores da psiquê... dos traumas... das fobias... das perdas... das tristezas... dos transtornos... dos distúrbios mentais... da gestão de pessoas... da sanidade no trânsito, nos esportes e na justiça social!
Essa
nobre e delicada profissão zela para que não enlouqueçamos com os
pequenos nadas do dia a dia e para que entendamos o nosso interior, tão
cheio do exterior. Favorecem
a percepção dos sentimentos a partir da compreensão do contexto que
está inserido extraindo, deste, o melhor para sua jornada. Proporcionam
a reflexão sobre as possibilidades de crescimento emocional e
profissional nos diversos segmentos da Sociedade, levando em
consideração o bem-estar de todos. Muitos
os consideram importantes aliados no mapeamento de si mesmos, porém,
apesar de ser Lei, muitas instituições da área de saúde ainda hesitam em
contratá-los.
Saúdo
os colegas que dedicam horas em seus consultórios, hospitais e
instituições ao atendimento consciente e responsável aos humanos do
mundo!
Com a anulação da restrição aos
atendimentos em psicoterapia, a sentença da Justiça determina que a
cobertura dos planos corresponda ao número de sessões prescritas pelo
profissional de saúde responsável
A Justiça Federal determinou que os
planos de saúde em todo o Brasil disponibilizem número ilimitado de
sessões de psicoterapia para seus clientes após ação do Ministério
Público Federal em São Paulo (MPF). A decisão anula parte da Resolução
387/2015 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que estabelecia
a obrigatoriedade dos convênios de arcar com 18 atendimentos por ano
para tratamento de síndromes e transtornos psicológicos. A sentença foi
proferida em 10 de maio, mas o MPF só foi notificado de seu teor na
última semana de junho.
A 25ª Vara Cível da capital paulista
acolheu os argumentos do MPF e destacou que a norma editada pelo órgão
contraria tanto a Constituição Federal quanto as leis que regulamentam o
setor. Segundo o MPF, um exemplo é a Lei 9.656/98, que dispõe sobre os
planos de saúde e fixa como regra a inexistência de limite para a
cobertura assistencial. Entre as exceções estão procedimentos
específicos como tratamentos experimentais, inseminação artificial e
procedimentos odontológicos, mas o texto não trata sobre psicoterapia.
“Chega a ser, não diria cínico, mas, ao
menos, ingênuo o argumento de que o limite estabelecido é o mínimo de
sessões de psicoterapia que a operadora do plano de saúde está obrigada a
oferecer, podendo ela oferecer mais que esse limite”, acrescentou o
juiz federal Djalma Moreira Gomes ao tratar da justificativa que a ANS
apresentou.
“A experiência revela que isso não acontece na prática. As
operadoras fazem [no máximo] aquilo que o órgão regulador/fiscalizador
lhes impõe, o que é compreensível até em razão de questões de custos e
de mercado.”
Com a anulação da restrição aos
atendimentos em psicoterapia, a sentença da Justiça determina que a
cobertura dos planos corresponda ao número de sessões prescritas pelo
profissional de saúde responsável.
A decisão judicial é resultado de uma
ação civil pública do MPF proposta no ano passado. O procurador da
República Luiz Costa, autor do procedimento, destacou que, além de
ilegal, a norma da ANS é inconstitucional por afrontar o direito social à
saúde e ir de encontro às diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS).
De acordo com o MPF, “ao indicar um número máximo de sessões por ano, a
ANS extrapolou seu poder regulatório e manteve em vigência uma resolução
que vai além do que a legislação permite”.
Procurada pela Agência Brasil, a ANS informou que recorreu da decisão e aguarda nova decisão da Justiça sobre o recurso.
Finalmente, a Justiça reconheceu a necessidade do pagamento das sessões de psicoterapia pelos Planos de Saúde que insistem em não cumprir a Lei.
Quando concluí a graduação em Psicologia prometi a mim mesma que, sempre
que possível, facilitaria o acesso ao tratamento psicoterápico às
pessoas que não dispõem de recursos financeiros para arcar com consultas
particulares. E o tenho feito há 18 anos. Mas, agora, também estou
disponibilizando este acesso àqueles que, temporariamente, estão
vivenciando esta dificuldade em virtude das condições sociais e
econômicas que o país enfrenta. Assim, decidi dar minha parcela de
contribuição e ajudar a quem, emocionalmente, está sendo afetado por
esta crise.
Valores de acordo com a tabela das Clínicas-Escola.
Agendamentos de consultas através do telefone: 81-999894865.
Aos amigos que concordarem com a ideia, ficarei grata se
compartilharem para que mais pessoas tenham acesso à informação e ao
serviço.
O ciúme patológico é um transtorno afetivo grave, que corrói e destrói o relacionamento e os sentimentos; é uma perturbação em que o indivíduo se sente constantemente ameaçado.
Nesses casos, muitas vezes, a relação é baseada na posse; consequentemente, isso bloqueia, não faz crescer o amor.
O relacionamento torna-se muito angustiante, tenso, carregado de uma intensa carga emocional negativa.
No processo de ciúme patológico, várias emoções, pensamentos irracionais e perturbadores, dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, ideias obsessivas, prevalentes ou delirantes sobre infidelidade, busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita, além de comportamentos inaceitáveis ou
bizarros, são experimentados pelo indivíduo que sofre do problema.
A perturbação se manifesta através de sentimentos como ansiedade, culpa, raiva, sentimento de inferioridade, imagens intrusivas, remorso, humilhação, insegurança, vergonha, rejeição, rituais de verificação, desejo de vingança, angústia, possessividade, baixa auto-estima, muito medo de perder o parceiro para um rival,
desconfiança excessiva e infundada, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal de quem sofre desse mal.
Alguns autores sugerem, por exemplo, que o ciúme patológico possa ser sintoma de um quadro obsessivo-compulsivo, no qual pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como excessivos, irracionais ou intrusivos, e podem levar a comportamentos compulsivos, como os de verificação (por exemplo: questionamentos, telefonemas em curtíssimos intervalos entre uma ligação e outra, visitas-surpresa, vasculhar bolsos, bolsas, celulares, agendas, ouvir telefonemas nas extensões, seguir o parceiro, abrir correspondências, entre outros), caracterizados por dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, na busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita.
A manifestação do ciúme patológico, leva à distorção da percepção da realidade e pode, também, deturpar a interpretação dos fatos.
Forma-se então, um círculo vicioso e pernicioso:
O ciumento não perdoa e não confia.
Se lhe faltam motivos no presente, busca-os no passado e até no imprevisível futuro, ainda que ilusórios, frutos de sua imaginação atormentada.
Diante da gravidade das consequências desse problema, é fundamental atentar para a importância do tratamento psicológico e/ou psiquiátrico, em casos de ciúme patológico.
Admitir o problema, não negligenciando, nem negando a situação e procurar ajuda são gestos de sabedoria.
Discutindo a relação abertamente com o parceiro, dividindo angústias e temores, procurando questionar os fatos, rever as atitudes tomadas, auto-avaliar-se, entre outras atitudes benéficas, promovem uma autocompreensão e autoconhecimento, necessários para uma relação amorosa saudável, caso contrário, esse problema pode levar a uma série de consequências, tais como a solidão, a depressão e outras, muitas vezes, irreversíveis.
É importante que profissionais diversos, como psicólogos e psiquiatras, tenham conhecimento acerca do assunto e dos principais aspectos envolvidos na dinâmica de ajustamento conjugal para um tratamento mais eficaz.
(Fonte: Trechos da REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PSICOLOGIA - Khallin Tiemi SEO)
TESTE SEU NÍVEL DE CIÚMES
Para verificar o seu nível de ciúme, basta responder honestamente as questões abaixo. Lembrando que as perguntas aplicam-se para ambos os sexos:
1- Quando vocês estão em uma festa e o seu parceiro olha para o lado mais de uma vez, você automaticamente acha que ele está olhando para alguém do outro sexo?
Sim
Não
2- Quando vocês planejam um passeio e no dia marcado seu parceiro diz que está impossibilitado de ir, você logo imagina que ele vai sair com outra?
Sim
Não
3- Se vocês se veem mais de 4 vezes por semana e em um desses dias o parceiro diz que está cansado do trabalho e que, naquele dia, prefere ir direto para casa descansar, você logo pensa que é mentira e que ele irá encontrar-se com outra?
Sim
Não
4- Na noite que seu parceiro preferiu ir direto para casa descansar (pergunta anterior) você fica ligando para seu celular e telefone fixo várias vezes, até de madrugada, para checar se ele está mentindo?
Sim
Não
5- Se seu parceiro informa que não poderá vê-la em um final de semana por que está realizando um projeto em sua residência, você acha que ele está mentindo?
Sim
Não
6- Fica checando os posts do parceiro nas redes sociais em busca de flagrá-lo traindo você?
Sim
Não
7- Independente do assunto, quando você lê posts de amigas de seu parceiro no Mural dele nas redes sociais você fica com ciúmes?
Sim
Não
8- Quando você vê fotos de seu parceiro com outras mulheres, em datas anteriores a que se conheceram, você sente ciúmes?
Sim
Não
9- Se o celular de seu parceiro toca, quando vocês estão juntos, e ele não atende, você logo imagina que é uma ligação de uma rival?
Sim
Não
10- Você já seguiu seu parceiro?
Sim
Não
11- Você acha que quando se vive um relacionamento afetivo seu parceiro deve afastar-se dos amigos?
Sim
Não
12- Em seus relacionamentos afetivos você sempre liga para seu parceiro mais de 3 vezes ao dia e envia vários torpedos ao longo do dia?
Sim
Não
13- E se ele não responde um dos seus torpedos você acha há algo errado?
Sim
Não
• Se respondeu “Não” a todas as perguntas você está de parabéns! Vive seus relacionamentos de forma tranquila e saudável. E não é ciumento.
• Se respondeu “Não” a 8 perguntas pode indicar que você não sente-se totalmente seguro em seus relacionamentos mas, o ciúme ronda ameaçadoramente sua serenidade.
• Se respondeu “Sim” a 10 perguntas sugere que apresenta um perfil de insegurança, baixa auto-estima e pouca confiança em si mesmo. Nessas condições, os relacionamentos afetivos são difíceis. A intervenção psicológica se faz necessária para que o indivíduo possa conhecer seus potenciais e assim readquirir seu amor-próprio.
• Se respondeu “Sim” a todas as perguntas, pode indicar que constantemente suas relações afetivas são marcadas por frequentes desentendimentos e tem pouca duração em virtude do ciúme excessivo, possivelmente ocasionado pela ausência de auto-confiança e auto-estima . O sofrimento emocional é intenso e requer urgentemente tratamento psicoterápico.
A felicidade de cada um depende da paz interior que construímos e da força de vontade que empreendemos nesse propósito.