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FELIZ TERAPIA

O Feliz Terapia tem como objetivo tirar dúvidas sobre questões que afligem o Homem em sua caminhada, como: O que é ser feliz? Só se pode ser feliz à dois? E também, oferecer mensagens de teor construtivo que transmitam alegria e bem-estar.


Com muita alegria os convido para o lançamento do livro: VIROU ESTRELINHA. 
Será realizado no próximo dia 04 de Agosto às 9 horas no Hall do Teatro Guararapes no Centro de Convenções de Pernambuco.  
VIROU ESTRELINHA é o primeiro livro de uma trilogia infanto/juvenil que abrangerá as faixas etárias de 3 à 11 anos, respectivamente. No local haverá uma sala especial para entrevista e autógrafos. Os aguardo lá!

quinta-feira, agosto 02, 2018 No comentários

Para quem os tem, não os perca com picuinhas, não os esqueça pelo caminho, pois eles são o alívio nas aflições, a esperança durante as tristezas, a luz na escuridão. 
Feliz Dia do Amigo!
sexta-feira, julho 20, 2018 No comentários

TENHAM FILHOS

Se eu pudesse dar só um conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. 
Pelo menos um. Mas se possível, tenham 2, 3, 4… Irmãos são a nossa ponte com o passado e o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.

Filhos nos fazem seres humanos melhores.

O que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como um filho.
Esqueça aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na Renner e não na Calvin Klein, porque no fim, são só roupas. E o tênis do ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos… Você tem outras prioridades e só um par de pés.
Você passa a trabalhar com mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os limites.
Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo. Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico… Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais grandioso que isso.

Sua alimentação passa a importar. Não dá pra comer chocolate com coca-cola e oferecer banana e água pra ele. Você passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de longevidade.
Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar. Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os joelhos e pede à Deus que olhe por ele. 
E assim, seu filho te ensina sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi capaz.

Você confronta sua sombra. Um filho traz à tona seu pior lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo. Você se vê agressivo, impaciente e autoritário. 
E assim você descobre que é só pelo amor e com amor que se educa. Você aprende a respirar fundo, se agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de seus pequenos olhinhos.
Um filho faz você ser uma pessoa mais prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você não pode morrer (não tão cedo)… Quem é que criaria e amaria seus filhos da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca querer estar vivo.
Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.

Tenha filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela vozinha estridente.
Tenha filhos para receber aquele sorriso e abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos para ganhar beijos babados com um hálito que listerine nenhum proporciona. Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo mundo. 
Tenha filhos para re-aprender a delícia de um banho cheio de espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer manga sem se limpar.

Tenha filhos.

Sabendo que muito pouco você ensinará. Tenha filhos justamente porque você tem muito a aprender. Tenha filhos porque o mundo precisa que nós sejamos pessoas melhores ainda nessa vida.

Bruna Estrela
quarta-feira, fevereiro 28, 2018 No comentários
Embora cada vez menos pessoas estejam se casando hoje em dia, pesquisas sugerem que casar e manter a união é uma das melhores coisas que você pode fazer por si mesmo. Como o New York Times concluiu recentemente: “estar casado deixa as pessoas mais felizes e satisfeitas com suas vidas do que aquelas que permanecem solteiras” — principalmente, durante os períodos mais estressantes da vida, como a chegada dos 30. Sim, é claro que toda mulher deseja ser tratada pelo parceiro como uma “rainha”. 
E uma rainha de verdade deixa o drama de lado pra pensar no que realmente está em jogo. Antes de subir ao altar você vai querer conferir as dicas reunidas pelo Business Insider:

1) Se você esperar até os 23 para se casar, há menos chances de se divorciar.
Uma pesquisa de 2014 feita pela Universidade da Pensilvânia descobriu que cerca de 60% dos americanos que têm filhos ou se casam aos 18 acabam se divorciando, enquanto aqueles que esperam até os 23 para qualquer uma dessas situações têm apenas 30% de probabilidade de se divorciarem. A revista Atlantic sugere que isso ocorre porque quando nos casamos jovens não somos maduros suficientes para escolher o parceiro adequado.



 

2) Aquela fase de paixão intensa dura cerca de um ano.
A fase da lua de mel em que ambas as partes estão extremamente apaixonadas e vivendo sentimentos intensos de atração e êxtase não dura pra sempre. Segundo um estudo de 2005 da Universidade de Pavia, na Itália, essa fase dura somente cerca de um ano.

3) Você acaba percebendo que não é mais só você consigo mesmo.
Assim que você começa a morar junto com alguém você percebe que ambos têm prioridades e tolerâncias diferentes — o que, por um instante, pode causar um problemão ou simplesmente não causar. “As pessoas têm que entrar num acordo com a realidade de que nós realmente somos pessoas diferentes”, disse a terapeuta de casais americana Ellyn Bader. “Você é diferente de quem achei que você fosse ou queria que você fosse.     Temos ideias diferentes, sentimentos diferentes e interesses diferentes”. 

É uma evolução estressante, porém necessária.


 

4) Se você fica contente quando seu parceiro vem com boas notícias, então terá um relacionamento melhor.
Em diversos estudos, casais que celebravam ativamente notícias boas (em vez de desconsiderá-las) registraram uma taxa maior de bem-estar no relacionamento.    

Por exemplo, se uma esposa chega em casa e divide com o marido uma boa notícia em relação ao trabalho, a melhor coisa que ele tem a fazer é dar uma resposta “construtiva-ativa”:

• Construtiva-ativa: “Que notícia boa! Eu sabia que você era capaz, ainda mais depois de tanto trabalho duro!”.

• Construtiva-passiva: um sorriso e apenas um “Que notícia boa”.

• Destrutiva-ativa: “Isso significa que você vai trabalhar mais do que já tem trabalhado? Tem certeza que vai aguentar isso?”

• Destrutiva-passiva: “Sério? Meu, você não sabe o que aconteceu comigo hoje no caminho de volta pra casa!”.

5) Os casamentos mais felizes são entre melhores amigos.
A Agência Nacional de Pesquisa Econômica dos EUA descobriu através de uma pesquisa feita em 2014 que o casamento realmente traz a sensação de bem-estar, principalmente àqueles que são amigos próximos. A amizade, segundo a pesquisa, é o principal mecanismo que ajuda a explicar a relação entre o casamento e a satisfação.


 

6) Quanto mais parecida é a idade do casal, menor é a probabilidade de se separar.
Um estudo da Emory University, nos EUA, feito com 3 mil pessoas – divorciadas e casadas – descobriu que a diferença de idade está ligada ao desgaste no casamento. A pesquisa revelou que um ano de diferença entre o casal torna os parceiros 3% mais propícios ao término (quando comparado a um casal da mesma idade); uma diferença de cinco anos entre o casal já faz a estimativa subir para 18%, e um casal com 10 anos de diferença tem 39% de chances de se divorciar.

7) O ressentimento só aumenta em casais que não dividem as tarefas de casa.
Mais de 60% dos americanos dizem que ajudar nas tarefas de casa é um dos pontos cruciais para um casamento durar. Em sua obra “Não é você, é a louça”, a escritora Paula Szuchman recomenda um sistema onde cada pessoa fica com as tarefas que sabe fazer melhor. Resumindo: se você é realmente melhor lavando louça do que passando roupa, então essa deveria ser a sua tarefa. Isso irá tomar menos seu tempo do que do seu parceiro, assim como o seu, ele(a) vai gastar menos tempo passando roupa do que você gastaria. “O que no final significa que vocês economizaram bastante tempo”, diz Paula. 


Fonte: Yahoo
sábado, janeiro 31, 2015 No comentários


Desejo uma Páscoa de muita paz para todos!

Abraços,
Cristina Santos

sexta-feira, abril 18, 2014 No comentários


Sem sombra de dúvidas, somos a única espécie na Natureza que nunca se contenta com o que tem.
Vamos refletir sobre os exemplos abaixo e ver se não conhecemos, pelo menos, uma pessoa que tenha apresentado as reações a seguir:
1- O indivíduo possui casa própria com sala, 2 ou 3 quartos, cozinha, banheiro e área de serviço, decentemente pintada e bem ventilada, mas se queixa que é pequena e não comporta suas tralhas. E enquanto não faz uma dívida monstro para adquirir outra, não sossega.
Porém, essa mesma criatura, em seus momentos de desvario não lembra que milhares achariam a sétima maravilha da Terra morar em uma como a dele!

2- O item Transporte deixa muito fígado intoxicado com tanto sentimento de raiva que o inunda, quando os menos desavisados passam dias e até meses amaldiçoando a sorte (ou empenho) do colega que trocou de carro por um novinho.  Ele, apesar de ter um bom exemplar apenas com três anos de uso e que atende a todas as suas necessidades, não lembra que ANTES, este, também foi seu objeto de desejo e que o conquistou!

3- No Setor Comunicação Móvel a situação se transforma em uma verdadeira Epidemia e em certas situações parece até brincadeira de criança quando falam para as outras: "Eu tenho, você não temmm"...
Claro, os adultos, são mais sutis, não jogam explícitamente na cara do outro uma frase como esta, mas fazem questão de dizer que o modelo 'x' tem 1000Gb de memória, que a plataforma do 'maravilhoso equipamento' permite acessar até a Casa Branca, e se brincar, entrar no chat com Obama!
Claro, a essa altura, o camarada já está mentalmente calculando o que vai deixar de pagar para poder adquirir aquele equipamento e nem consegue imaginar como seria sua vida sem ele!
O infeliz só não está lembrando que, ele mal conhece as funções do seu atual aparelho e que só o utiliza para falar...

4- No Lazer, os adultos se esmeram por pagar 60 prestações para realizar uma viagem de 8 noites e 7 dias a 24 países com direito a 20 minutos em cada um!  Engraçado é quando essas pessoinhas retornam do 'tour' e quando, no meio do papo, alguém fala sobre uma linda cachoeira que existe há 100km de sua própria cidade, o sujeito, sem graça, diz não conhecer. 
Por que será?

5- Agora vem a parte mais delicada e, seguramente, a campeã nas queixas: Relacionamentos Afetivos.
Neste setor, raros, estão satisfeitos e a lista das reclamações é interminável.
Só pontuaremos algumas, por serem frequentemente citadas: 
- Duas criaturas se conhecem em uma balada, no final da noite, remexem-se um dentro do outro, trocam espermas e ácido lático e no dia seguinte, alguém ficará com uma certa sensação de vazio.
- Casal namora há um ano e chegam a conclusão que não podem mais viver longe um do outro e se casam.  Meses depois descobrem que o ciúme sufoca a relação e não sabem porque suas contas dos respectivos celulares ficaram tão altas!
- Homem convida a mulher para jantar e, no final da noite, se não a transforma em sobremesa é imediatamente rotulado de 'não ter pegada'.  
- Mulher que após o jantar não quer ser a continuidade dele, é cortada sem dó nem piedade da lista.
E no final, todos reclamam que estão sozinhos. Por que será?

6- Aparência...aqui a lista é tão grande que se digitasse sem parar até o final do ano, ainda não terminaria. Mas, vamos lá:
- Corpinho proporcional para a mulherada é coisa do passado. Agora, deve ser 'malhado'.
- Sutiã nº 42, nem pensar. No mínimo 46 que é para comportar os 300ml de silicone em cada peito.
- Traseiro 80cm, nem em sonho. Calibrado com mais 500ml, para ficar bem piriguete.
- Sobrancelhas realçadas cuidadosamente à pinça, jamais!  Agora, é à laser.
- A voz continua a mesma, mas os cabelos...quanta diferença. O coitado é queratinizado, cortado, repicado, escovado, alisado, chapado para parecer 'natural', claro!
- Os mancebos não se fazem de rogado e até mudaram o nome da própria anatomia. 
Portanto, agora, homem não tem Tórax, tem 'tanquinho'. Não tem braços, tem bíceps. 
Mas, verdade seja dita, eles estão bem mais solidários ao sofrimento feminino.
Também gritam na depilação!  Claro, pois hoje, muitos abominam um antigo símbolo de masculinidade e arrancam a pelagem até de áreas que me recuso a dizer neste post...

Ufa, até cansa listar tudo isso, mas apesar do tom de humor adicionado às situações mencionadas, sabemos que elas são reais e que as dores, angústias e sofrimentos causados são o resultado da nossa insatisfação com o que temos ou vivemos.
Será que para sermos, de fato, felizes, precisamos trocar de carro todo ano e, se possível, por um importado?
Será que a comunicação por aparelhos deixará de acontecer se não mudarmos de modelo a cada lançamento do setor?
Será que não seria mais prazeroso vivenciar momentos de lazer com os amigos desfrutando e conhecendo nosso próprio país antes de nos aventurarmos no desconhecido?
Ser feliz é o desejo de todos, mas para que isso aconteça é preciso que amemos como somos, com quem vivemos e como vivemos. 
Do contrário, continuaremos sempre tentando preencher lacunas internas com procedimentos externos que só mascaram a realidade.
Na verdade, quando analisamos fria e lógicamente, percebemos que a felicidade está presente todos os dias em nossas vidas. Nós é que não a vemos. Ou melhor, não queremos vê-la como é, pois a nossa insatisfação não permite.
Para um adulto que vive na Somália, com parcos recursos, sozinho ou com familiares, se perguntado o que é felicidade, certamente ele responderá: "Ter comida todos os dias, uma cama com roupa limpa para dormir, água para beber e um teto que os abrigue".
Nós temos tudo isso e muito mais!
Temos um corpo e mente sadios, um país sem guerras ou atentados, um belíssimo céu azul, vasta fauna e flora e um povo acolhedor.
Ser feliz é estar vivo, participando e interagindo, amando e se doando, criando e repassando, aprendendo e ensinando, tolerando e compartilhando...vivendo!


Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos

terça-feira, outubro 11, 2011 5 comentários

Estamos vivendo atualmente a moderna era do stress, onde observamos que, cada vez mais, estamos abarrotados de obrigações, responsabilidades, agendas lotadas com necessidades de termos mais de uma Especialização em nossa profissão, como os MBAs, Mestrados, Doutorados, Pós-Doutorados; numa corrida obsessiva contra o tempo e pela garantia de permanecer no emprego e/ou de arrumar um.
A competição no mercado de trabalho está cada vez mais acirrada.

Hoje o profissional precisa se superar a cada dia, batendo seu próprio recorde com um aumento substancial de empregos sem carteira assinada.
Os autônomos e os free-lancers, possivelmente só conseguirão algum trabalho no ramo da terceirização de serviços e aí a seleção natural é evidente e bem objetiva:
só os melhores e os "mais feras"conseguirão a melhor vaga e o melhor salário no mercado de trabalho atual.


As mulheres, hoje tão liberais, modernas e "super-poderosas" (embora muitas delas estejam ficando hiper esgotadas), estão tendo que se desdobrar, caso queiram manter o status e queiram ter a sua própria casa, carro e marido.
Sendo que muitas preferem a produção independente: filho, empregada, cachorrinho, dinheiro para uma viagem ou para cuidar do corpo e da pele.
Nestes casos, precisam começar o dia bem cedo, 5 ou 6h da manhã, para irem à academia, depois deixarem o filhote na escola e saírem correndo para o trabalho.
No almoço, o fast-food é a primeira opção: salada verde com franguinho grelhado para as mulheres-diets ou "mulheres-zero".
Sim, tudo às pressas, para poderem chegar ao trabalho na hora certa.
Algumas, ainda farão suas 'pós' depois do trabalho, outras irão para casa terminar os serviços não acabados e ver se os filhos fizeram o dever.

Também não é nenhuma novidade que as relações afetivas homem-mulher estejam cada dia mais desgastadas.
Tanto eles quanto elas vivem reclamando, estão quase sempre descontentes, decepcionados, com sentimento de vazio, de solidão, de impotência, etc.

Observamos também que, talvez até por falta de tempo ou pelos tantos problemas compartilhados em casa pelos casais, que muitos têm se queixado cada vez mais da falta de interesse e de libido na relação.
Dizem-se sobrecarregados, sentindo falta de carinho, atenção e reconhecimento.
O que, naturalmente, provoca distanciamento do casal.
O fato é que, seja em nome dessa frustração ou por qualquer outro motivo, muitos querem se distrair fora de casa, não raro, saindo depois do trabalho para bate-papos com amigos em barzinhos.
Tudo regado à petiscos e muito chopp, enquanto outros confessam que precisam de relacionamentos extra-conjugais, para se confortarem um pouco.

Fator também de suma importância para a gênese do stress é o empobrecimento visível da nossa classe média que, apesar de trabalhar mais, não consegue ascender socialmente.

Solução? Sim, tem.
Não há problemas sem solução!

Precisamos afinar a nossa confiança e auto-estima acreditando no potencial criativo diante do novo e das dificuldades, e assim, desengavetarmos o bom humor e as nossas ferramentas internas para realizarmos mudanças, enfrentando as adversidades diárias, respeitando os próprios limites.


sexta-feira, agosto 07, 2009 2 comentários



Imagine se dentro de alguns anos existisse um remédio em forma de comprimido ou inalável que pudesse salvar o relacionamento de um casal. Talvez isso seja possível, de acordo com os trabalhos do pesquisador americano Larry Young, que estuda as bases químicas de uma das mais intensas, complexas e frequentemente contraditórias emoções humanas: o amor.
Cientista da Universidade de Emory, em Atlanta (EUA), Young e sua equipe, em
alguma medida, consideram que o amor "pode ser comparado a uma droga, já que está relacionado com as reações químicas que ocorrem no corpo e afetam o comportamento ou suas funções".
O doutor esclarece que, embora poderiam ser colocadas algumas bases para uma hipotética "poção do amor", suas pesquisas não têm esse objetivo, mas "desentranhar muitos aspectos de certos transtornos, como o autismo, que afeta a capacidade de estabelecer relações sociais, estudando os fatores químicos envolvidos nas emoções". Seus estudos com ratos da pradaria - animais que são bons modelos para as relações humanas, já que formam casais para a vida toda e passam sua juventude juntos - mostraram que uma rápida dose do hormônio correto pode alterar radicalmente as relações destes roedores.
"Nos testes com os ratos, tomando uma fêmea, se ela for colocada junto com um macho e se injeta ocitocina em seu cérebro, o animal tentará se vincular rapidamente com o macho. Por outro lado, se forem retirados seus níveis naturais de ocitocina, a fêmea rejeita o macho", disse o especialista.


O hormônio da confiança
Está provado pelos cientistas que a ocitocina cumpre diversas funções nas relações e
reprodução humanas. Sua liberação durante o orgasmo exerce um potente bloqueio do estresse e também estimula a circulação do esperma e a contração da musculatura pélvica feminina. No parto, esta substância também faz com que o leite chegue aos seios da mãe e estimula o bebê a sugar o mamilo.
O contato do bebê com o mamilo do peito da mãe gera reações no cérebro da mulher que leva à secreção de ocitocina, o "hormônio da confiança", revelou um estudo internacional publicado na parte "Computational Biology" da revista "Public Library of Sciences".
"Este hormônio intervém nos laços sociais e trabalhistas, e nas relações em que uma pessoa cuida de outras. Nos animais, esta substância é responsável de desenvolver o vínculo entre a mãe e sua descendência", segundo Young, que também afirmou que este processo "ocorre do mesmo modo nos humanos".
Além da descoberta do especialista de que a ocitocina é a responsável por vincular os ratos da pradaria, outras pesquisas anteriores realizadas com humanos mostraram que "esta substância hormonal também aumenta a relação a outras pessoas e a habilidade de compreender suas emoções", segundo o pesquisador americano. O doutor Young acredita também que esse hormônio "também intervém no fortalecimento dos vínculos entre as pessoas".
Se isso se confirmar, algum dia seria possível desenvolver afrodisíacos químicos que fariam com que nos apaixonássemos por uma pessoa ou que despertassem o interesse de outros em alguém, chegando a existir, inclusive, "antídotos contra amores inconvenientes". Uma pílula com esses efeitos provavelmente bateria todos os recordes de venda, certamente superiores às de muitos compostos farmacológicos para tratar uma doença, aliviar a dor ou prevenir um transtorno.
Por enquanto, essa "poção do amor" não chegou às farmácias, mas alguns empresários sonham com ela e, inclusive, já comercializaram através da internet produtos com aspecto de perfume que combinam a ocitocina com feromônios - hormônios associados à atração sexual nos animais - e que prometem aumentar as relações e encontros.Se algum dia fosse possível desenvolver um remédio deste tipo e complementando com uma terapia de casal, isso poderia ser proveitoso para casamentos em crise.
"Com um composto químico deste tipo, poderia se chegar a desenvolver uma 'prova do amor' para saber se duas pessoas são compatíveis para ter uma vida feliz em comum", disse o pesquisador.

(Texto publicado no site Yahoo em 21 de Junho de 2009)



* Vamos refletir baseando-nos nesta pesquisa:

Será que este comprimido ajudaria a manter ou a criarem-se relacionamentos?
Será que o aumento de Ocitocina no cérebro dos Psicopatas os fariam criar vínculos afetivos com as pessoas?
O que vocês acham disso? Deixem seus comentários!


domingo, junho 21, 2009 4 comentários





Interessante como as pessoas só se interessam e prestam atenção aos acontecimentos tristes que ocorrem ao seu redor.
Quando conversam com amigos, falam do que ouviram no noticiário sobre a violência, mortes e doenças.
Fazem questão de destacar fatos referentes aos seus males físicos e enfatizam até a dor-de-barriga que o seu cachorro sentiu!
Desfiam um rosário de lamúrias sobre o marido infiel, a mulher ciumenta, o filho sem limites, o pai irresponsável ou o chefe rabugento.

Enxergam o dia chuvoso, o céu sem estrelas e os campos queimados.Sentem o odor fétido do lixo nas ruas, da lama nos córregos...

Esquadrinham o lado negro do Ser com uma lupa gigantesca, mas são míopes para ver as qualidades do outro.

Adquirem amnésia quando precisam lembrar as alegrias que tiveram ANTES de serem traídas por "aquele" marido...

Ou esquecem COMO educaram permissivamente "aquele" filho, agora, sem limites.

Nunca pararam um instante sequer para conversar com "aquele" chefe rabugento para saber o por quê de seu mau humor.

Perceberam 60 dias de chuvas, mas ficaram cegos aos outros dez meses iluminados pelo sol. Nem ao menos ergueram a cabeça e viram a beleza prateada da lua cheia...nem sentiram o aroma das flores nos jardins, na primavera.

Nem o caleidoscópio de cores do arco-iris.

Viram a estrada, mas não os campos verdes, repletos de plantações.

Ficaram surdos às notícias de novas descobertas de curas de doenças, às novas vacinas, ao avanço da Ciência.

E desligaram a tv quando falaram sobre paz. Pois ser feliz, não chama a atenção!



Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos



quarta-feira, abril 16, 2008 2 comentários



Pensamos sempre que no "próximo" será diferente,
mas não racionalizamos que serão 365 dias exatamente
com a mesma quantidade de minutos, com as mesmas estações,
com as mesmas companhias e sentimentos quaaaase iguais!
De diferente mesmo só o desejo...
de mudar, de ter um emprego melhor,
de terminar logo o curso, de conseguir comprar
a casa própria, de ter o filho, de morar só,
de viajar, de ter saúde, de trocar de companheiro,
de comprar um carro novo, de ser...feliz, enfim.
Queremos, queremos e queremos
E pouco fazemos.
Criticamos, criticamos e criticamos
Mas em nada melhoramos
e pouco ajudamos.
Prometemos, prometemos e prometemos
E nada cumprimos.
Nem começamos.
Como podemos, então, achar que 2007, 2008, 2009... será Novo,
será melhor?
Se nós ainda estamos velhos na mente e no coração.
A mudança só acontece quando os objetivos se delineiam e a força de vontade alavanca o processo criador.
Não será a mudança no calendário que fará isso.
Seremos nós.

Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos





sexta-feira, janeiro 05, 2007 No comentários
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