facebook google twitter tumblr instagram linkedin
  • Home
  • Curriculum
  • Links
  • Sobre
  • Contato

FELIZ TERAPIA

O Feliz Terapia tem como objetivo tirar dúvidas sobre questões que afligem o Homem em sua caminhada, como: O que é ser feliz? Só se pode ser feliz à dois? E também, oferecer mensagens de teor construtivo que transmitam alegria e bem-estar.

 


Que esse momento de início de um novo ciclo seja de respeito à saúde e à dor de quem perdeu alguém amado. Façamos a nossa parte para que os próximos 365 dias possam ser de leveza, serenidade e responsabilidade. Sejamos vida!

quinta-feira, dezembro 31, 2020 No comentários


Silenciosamente uma vida microscópica deu início a uma nova ordem mundial: solidariedade.

Em poucos dias, as bolsas de valores despencaram, a economia mundial estagnou, países se isolaram, as cidades esvaziaram e os hospitais lotaram.


O medo se instalou, o isolamento se instaurou e os grupos familiares se uniram. 

Alguns juntos, outros separados pela força da patologia.

O trabalho perdeu o primeiro posto e o lazer se chama Lar. 

Agora temos tempo para pensar de quando não tínhamos e para repensar os nossos valores. Pesar as prioridades e sentir a importância das pequenas ações.

Os lares hoje são parques de diversão, restaurantes de luxo, academias fantásticas, bares temáticos e cinemas megamaxi3d. 

Com direito a bate-papos full time...com aqueles que amamos.

Agora temos tempo para perceber que o outro está ali e que sente tanto quanto você.
Agora temos tempo para cuidar de quem caminha conosco e para permitir que também sejamos cuidados.


Percebemos que a divisão social desapareceu sem que nenhuma lei fosse criada para esse fim. A ordem natural para a instalação do equilíbrio planetário não precisa de nossa permissão. E nem de muito tempo. 


Resta-nos aprender com ela e termos a certeza da nossa fragilidade diante da grandeza da natureza.
Somos seres em processo de aprendizagem e urgentemente precisamos compreender que a única coisa que podemos controlar é o nosso caráter. 

E mesmo assim, com muito esforço. 

Silenciosamente, o recado está sendo dado em todos os quadrantes da Terra. 
Escutemos e coloquemos em prática a nova ordem. 

© Cristina Santos - 19/03/2020
quinta-feira, março 19, 2020 No comentários

Os filhos são verdadeiros milagres para os casais que se amam. O nascimento de um bebê demonstra o amor e carinho que existe entre os pais.
Holly Hodson também estava radiante com a ideia de ser mãe. Mas, quando fez um ultrassom aos 8 meses de gestação, ela descobriu uma grave doença no seu feto…


Ele tinha gastrosquise, uma má-formação causada por um defeito na construção da parede abdominal. Isso faz com que o bebê fique com uma abertura na região abdominal, e que os seus intestinos e estômago fiquem fora do corpo.
O seu médico rapidamente aconselhou a interrupção da gravidez a Holly, dizendo que não havia chance de Teddy sobreviver.
Ela e o marido Stephen se recusaram a abortar e decidiram lutar pelo filho. Depois de uma longa pesquisa, e de falarem com alguns especialistas, eles descobriram que existia uma pequena hipótese do menino sobreviver.

No dia 14 de dezembro de 2015, Teddy veio ao mundo. O intestino, que estava fora do seu corpo, foi colocado num filme de plástico por 15 dias, enquanto o seu estômago crescia.

 
Os médicos realizaram uma cirurgia para colocar os órgãos dentro de seu corpo novamente e, 8 semanas depois, o garoto voltou para casa, saudável.



Holly voltou a falar com o profissional de saúde que sugeriu a interrupção da gravidez, para dizer que Teddy tinha sobrevivido, e ele se desculpou, desejando as maiores felicidades à família.
 
 


Agora, com 7 meses, ninguém diria que esse bebê esteve entre a vida e a morte.
“É um menino tão feliz. Ele simplesmente adora fazer caras e falar com as pessoas. 
Ele sempre sorri e é simpático com pessoas que ele ainda nem conhece. 
Ele é maravilhoso”, diz a mãe.




Essa história é uma prova de que nunca podemos perder a esperança e a fé!



Fonte: 
https://historiascomvalor.com/medico-aconselha-mae-abortar-mas-ela-decide-ter-bebe-mesmo-com-os-orgaos-fora-do-corpo/?fbclid=IwAR1iqET3QrefVwJeH4Y5qMshI0KYLOnSy7Uoajy9EhxySzv6l9iTewPU_04
quarta-feira, janeiro 29, 2020 No comentários



Este texto foi uma resposta que postei, ontem, em um acalorado debate entre jovens no Facebook, onde as mulheres estavam à favor do aborto e os homens contra e tentando heróicamente mostrar para elas o equívoco que estavam defendendo. Não foi possível ficar omissa naquele embate. Segue abaixo o que expressei: 

"Raramente expresso opiniões fora do meu perfil, mas acompanho alguns debates quando os considero importantes e, neste caso em questão, é impossível não pontuar. A vida humana começa a partir da união do espermatozóide e o óvulo que, juntos, formam a célula-ovo.

Isso é do conhecimento de todos ou, pelo menos, para quem estudou Biologia no Ensino Médio. Portanto, nesse ponto não há dúvidas de quando ela se iniciou. 
Há anos que inúmeras campanhas são veiculadas na mídia sobre o aumento das DST'S (Doenças Sexualmente Transmissíveis) onde são mostrados a importância dos cuidados que devemos ter para evitá-las. 

Acredito que todos que aqui se pronunciaram já devem ter visto pelo menos uma delas ao longo dos anos. E acredito também que se refletirem um pouco mais perceberão que o aumento dessas doenças só ocorreu pela falta de uso dos preservativos, mesmo com tanta informação disponível. 
Aliado à isso há o comportamento nada saudável de que sexo sem compromisso tá na moda e "depois é só tomar a pílula do dia seguinte e tá tudo bem!" 
A partir desse pensamento irresponsável com a própria saúde as doenças se proliferam em escala alarmante. 
Portanto, ter relações sexuais sem preservativos é simplesmente impensável (com exceção de quem deseja engravidar) ou pelo menos deveria ser para quem diz que ama o corpo que habita. 

Logicamente, fica fácil perceber que se tal comportamento for adotado duas coisas serão evitadas: DST'S e gravidez. Não há o que discutir. Quando não queremos algo, seja bom ou ruim, os evitamos. 
Também não podemos esquecer que estamos submetidos às Leis criadas por cada sociedade e, além delas, também temos as Leis Morais às quais são transmitidas em cada núcleo familiar como forma de interagirmos civilizadamente e com respeito ao próximo. Uma das leis morais e humanas mais conhecidas é, Não Matar. 

Existem relatos sobre o tema em todas as civilizações que já passaram pela Terra. 
E em todas encontramos a mesma proibição. Não existe justificativa para tal. 
Matar é matar. 
Se cortamos uma árvore com um centímetro de altura ou com vinte metros a estamos matando. Independente do seu tamanho. 
Assim como não queremos e não admitimos o abate delas na floresta amazônica (ou em qualquer ponto da Terra) também devemos ter o mesmo nível de respeito pela vida humana. Será que a célula-ovo não merece respeito? Será que ela não foi você um dia? Não pode haver relativização da vida humana. Porque se assim for ela deixa de ter o devido valor. 

Relacionar-se sexualmente com alguém não significa agir impensadamente apenas ao sabor do desejo, como se não houvesse um amanhã. 
Isso se chama irresponsabilidade consigo e com o outro. 
Decretar a morte de um ser vivo, humano ou não-humano no útero ou fora dele tem o mesmo valor cívil e moral. 

Atualmente, não podemos nos dar ao "luxo" de dizer que a gravidez aconteceu "por acaso", pois todos os Postos de Saúde do país distribuem gratuitamente preservativos masculinos e femininos para todos! A vida é o nosso Bem Maior e deve ser tratada como tal. Ela não é descartável. Ela é inegociável! É lamentável ver quem assim não pensa."


Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos
 
quarta-feira, janeiro 22, 2020 No comentários

TENHAM FILHOS

Se eu pudesse dar só um conselho para os meus amigos, seria esse: tenham filhos. 
Pelo menos um. Mas se possível, tenham 2, 3, 4… Irmãos são a nossa ponte com o passado e o porto seguro para o futuro. Mas tenham filhos.

Filhos nos fazem seres humanos melhores.

O que um filho faz por você nenhuma outra experiência faz. Viajar o mundo te transforma, uma carreira de sucesso é gratificante, independência é delicioso. Ainda assim, nada te modificará de forma tão permanente como um filho.
Esqueça aquela história de que filhos são gastos. Filhos te tornam uma pessoa com consumo consciente e econômica: você passa a comprar roupas na Renner e não na Calvin Klein, porque no fim, são só roupas. E o tênis do ano passado, que ainda tá novinho e confortável, dura 5 anos… Você tem outras prioridades e só um par de pés.
Você passa a trabalhar com mais vontade e dedicação, afinal, existe um pequeno ser totalmente dependente de você, e isso te torna um profissional com uma garra que nenhuma outra situação te daria. Filhos nos fazem superar todos os limites.
Você começa a se preocupar em fazer algo pelo mundo. Separar o lixo, trabalho comunitário, produtos que usam menos plástico… Você é o exemplo de ser humano do seu filho, e nada pode ser mais grandioso que isso.

Sua alimentação passa a importar. Não dá pra comer chocolate com coca-cola e oferecer banana e água pra ele. Você passa a cuidar melhor da sua saúde: come o resto das frutas do prato dele, planta uma horta pra ter temperos frescos, extermina o refrigerante durante a semana. Um filho te dá uns 25 anos a mais de longevidade.
Você passa a acreditar em Deus e aprende como orar. Na primeira doença do seu filho você, quase como instinto, dobra os joelhos e pede à Deus que olhe por ele. 
E assim, seu filho te ensina sobre fé e gratidão como nenhum padre/pastor/líder religioso jamais foi capaz.

Você confronta sua sombra. Um filho traz à tona seu pior lado quando ele se joga no chão do mercado porque quer um pacote de biscoito. Você tem vontade de gritar, de bater, de sair correndo. Você se vê agressivo, impaciente e autoritário. 
E assim você descobre que é só pelo amor e com amor que se educa. Você aprende a respirar fundo, se agachar, estender a mão para o seu filho e ver a situação através de seus pequenos olhinhos.
Um filho faz você ser uma pessoa mais prudente. Você nunca mais irá dirigir sem cinto, ultrapassar de forma arriscada ou beber e assumir a direção, pelo simples fato de que você não pode morrer (não tão cedo)… Quem é que criaria e amaria seus filhos da mesma forma na sua ausência?! Um filho te faz mais do que nunca querer estar vivo.
Mas, se ainda assim, você não achar que esses motivos valem a pena, que seja pelo indecifrável que os filhos têm.

Tenha filhos para sentir o cheiro dos seus cabelos sempre perfumados, para ter o prazer de pequenos bracinhos ao redor do seu pescoço, para ouvir seu nome (que passará a ser mãmã ou pápá) sendo falado cantado naquela vozinha estridente.
Tenha filhos para receber aquele sorriso e abraço apertado quando você chegar em casa e sentir que você é a pessoa mais importante do mundo inteirinho pra aquele pequeno ser. Tenha filhos para ganhar beijos babados com um hálito que listerine nenhum proporciona. Tenha filhos para vê-los sorrirem como você e caminharem como o pai, e entenda a preciosidade de se ter uma parte sua solta pelo mundo. 
Tenha filhos para re-aprender a delícia de um banho cheio de espuma, de uma bacia de água no calor, de rolar com o cachorro, de comer manga sem se limpar.

Tenha filhos.

Sabendo que muito pouco você ensinará. Tenha filhos justamente porque você tem muito a aprender. Tenha filhos porque o mundo precisa que nós sejamos pessoas melhores ainda nessa vida.

Bruna Estrela
quarta-feira, fevereiro 28, 2018 No comentários


Desejo uma Páscoa de muita paz para todos!

Abraços,
Cristina Santos

sexta-feira, abril 18, 2014 No comentários



Espectro cruel que se origina nas paisagens do medo, a solidão é, na atualidade, um dos mais graves problemas que desafiam a cultura e o Homem.
A necessidade de relacionamento humano, como mecanismo de afirmação pessoal, tem gerado vários distúrbios de comportamento, nas pessoas tímidas, nos indivíduos sensíveis e em todos quantos enfrentam problemas para um intercâmbio de idéias, uma abertura emocional, uma convivência saudável.
Enxameiam, por isso mesmo, na sociedade, os solitários por livre opção e os que se consideram marginalizados ou são deixados à distância pelas conveniências dos grupos.
A sociedade competitiva dispõe de pouco tempo para a cordialidade desinteressada, para deter-se em labores a benefício de outrem.
O atropelamento pela oportunidade do triunfo impede que o indivíduo, como unidade do prupo, receba consideração e respeito ou conceda ao próximo este apoio que gostaria de fruir.
A mídia exalta os triunfadores de agora, fazendo o panegírico dos grupos vitoriosos e esquecendo com facilidade os heróis de ontem, ao mesmo tempo que sepulta os valores do idealismo, sob a retumbante cobertura da insensatez e do oportunismo.
O Homem, no entanto, sem ideal, mumifica-se.
O ideal é-lhe de vital importância, como o ar que respira.
O sucesso social não exige, necessariamente, os valores intelecto-morais, nem o vitalismo das idéias superiores, antes cobra os louros das circunstâncias favoráveis e se apóia na bem urdida promoção de mercado, para vender imagens e ilusões breves, continuamente substituídas, graças à rapidez com que devora as suas estrelas.
Há uma terrível preocupação para ser visto fotografado, comentado, vendendo saúde, felicidade, mesmo que fictícia.
A conquista desse triunfo e a falta dele produzem solidão.
O irreal, que esconde o caráter legítimo e as lídimas aspirações do Ser, conduz à psiconeurose de autodestruição.
A ausência do aplauso amargura, face ao conceito falso em torno do que se considera, habitualmente como triunfo.
Há terrível ânsia para ser-se amado, não para conquistar o amor e amar, porém para ser objeto de prazer, mascarado de afetividade. Dessa forma, no entanto, a pessoa se desama, não se torna amável nem amada realmente.
Campeia, assim, o "medo da solidão", numa demonstração caótica de instabilidade emocional do homem, que parece hacer perdido o rumo, o equilíbrio.
O silêncio, o isolamento espontâneo são muito saudáveis para o indivíduo, podendo permitir-lhe reflexão, estudo, auto-aprimoramento, revisão de conceitos perante a vida e a paz interior.
O sucesso, decantado como forma de felicidade, é talvez, um dos maiores responsáveis pela solidão profunda.
A neurose da solidão é doença contemporânea, que ameaça o homem distraído pela conquista dos valores de pequena monta, porque transitórios.
Resolvendo-se por afeiçoar-se aos ideais de engrandecimento humano, por contribuir com a hora vazia em favor dos enfermos e idosos, das crianças em abandono e dos animais, sua vida adquiriria cor e utilidade, enriquecendo-se de um companheirismo digno, em cujo interesse alargar-se-ia a esfera dos objetivos que motivam as experiências vivenciais e inoculam coragem para enfrentar-se, aceitando os desafios naturais.
O homem solitário, todo aquele que se diz em solidão, exceto nos casos patológicos, é alguém que se receia encontrar, que evita descobrir-se, conhecer-se, assim ocultando a sua identidade na aparência de infeliz, de incompreendido e abandonado.
Jesus, o Psicoterapeuta Excelente, ao sugerir o "amor ao próximo como a si mesmo" após o "amor à Deus" como a mais importante conquista do homem, conclama-o a amar-se, a valorizar-se, a conhecer-se de modo a plenificar-se com o que é e tem, multiplicando esses recursos em implementos de vida eterna, em saudável companheirismo, sem a preocupação de receber resposta equivalente.
O homem solidário, jamais se encontra solitário!


(Joanna de Ângelis)
sábado, janeiro 20, 2007 1 comentários




O Natal está chegando...e com ele as esperanças se renovam por um tempo de paz entre os Homens.
Mas, a realidade nos mostra um período tormentoso recheado de violências físicas, morais e psicológicas.
O Ser preocupa-se em Ter, pouco importando o que o outro sinta ou pense.
Compete por um cargo hierarquicamente acima do seu, sem se questionar se isso REALMENTE vai trazer-lhe felicidade.
Pouco preocupa-se em avaliar como estão seus valores morais e espirituais.
Assimila conceitos largamente difundidos pela mídia, sem submetê-los ao crivo da razão...e pior, passa a vivenciá-los quase mecanicamente como a mais fiel das realidades.
Aponta erros de seus colegas de trabalho, da faculdade e de familiares, mas não percebe que aqueles são as suas próprias projeções!
Camufla sentimentos, dissimula reações e jura que está "vivendo" bem...
quando, na verdade, ainda não entendeu o que é v-i-v-e-r.
Para estes, o Natal compõe-se de presentes e uma ceia farta e para eles desejamos, além disso, momentos intensos e prolongados de reflexões que possam culminar em ações de paz para si e para os outros!


Feliz Reflexões!

Cristina Santos

domingo, dezembro 03, 2006 No comentários
Próximos Posts

Ouça

Reflexão

"Não podemos permitir que alguém saia de nossa presença sem se sentir melhor e mais feliz."

Madre Teresa de Calcutá

Postagem em destaque

2021 - O Ano da Esperança

Postagens mais visitadas

Translate

Tags

Aborto Alzheimer Amizade cursos depressão Dia do Psicólogo dor evento facebook felicidade finitude Imposição de Mãos Justiça lançamento de livro luto natal Patologia paz perda permissividade personalidade Pesquisas podcast psicologia psicoterapia Saúde second life solidariedade SUS Terapias Complementares teste

Arquivo

  • ▼  2020 (9)
    • ▼  dezembro (1)
      • 2021 - O Ano da Esperança
    • ►  setembro (1)
    • ►  junho (1)
    • ►  maio (1)
    • ►  março (1)
    • ►  fevereiro (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2019 (1)
    • ►  novembro (1)
  • ►  2018 (5)
    • ►  agosto (2)
    • ►  julho (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2017 (3)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (1)
  • ►  2015 (2)
    • ►  julho (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2014 (3)
    • ►  junho (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  fevereiro (1)
  • ►  2013 (2)
    • ►  março (1)
    • ►  janeiro (1)
  • ►  2012 (2)
    • ►  julho (1)
    • ►  junho (1)
  • ►  2011 (2)
    • ►  outubro (1)
    • ►  agosto (1)
  • ►  2010 (7)
    • ►  novembro (1)
    • ►  outubro (1)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (1)
    • ►  julho (1)
    • ►  abril (1)
    • ►  março (1)
  • ►  2009 (17)
    • ►  setembro (1)
    • ►  agosto (4)
    • ►  julho (8)
    • ►  junho (3)
    • ►  maio (1)
  • ►  2008 (3)
    • ►  abril (3)
  • ►  2007 (2)
    • ►  janeiro (2)
  • ►  2006 (6)
    • ►  dezembro (2)
    • ►  novembro (2)
    • ►  agosto (2)

Criado com