quinta-feira, fevereiro 13, 2014
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Adoro criar coisas na net, porisso, a partir de hoje estarei postando algumas tirinhas especiais que, também, estarão em meu perfil no Facebook.
A frase de Chaplin é totalmente verdadeira, só nos falta coragem para realizá-la.
Boa semana para todos!
Abraços,
Cristina Santos
segunda-feira, março 18, 2013
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O ciúme patológico é um transtorno afetivo grave, que corrói e destrói o relacionamento e os sentimentos; é uma perturbação em que o indivíduo se sente constantemente ameaçado.
Nesses casos, muitas vezes, a relação é baseada na posse; consequentemente, isso bloqueia, não faz crescer o amor.
O relacionamento torna-se muito angustiante, tenso, carregado de uma intensa carga emocional negativa.
No processo de ciúme patológico, várias emoções, pensamentos irracionais e perturbadores, dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, ideias obsessivas, prevalentes ou delirantes sobre infidelidade, busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita, além de comportamentos inaceitáveis ou
bizarros, são experimentados pelo indivíduo que sofre do problema.
A perturbação se manifesta através de sentimentos como ansiedade, culpa, raiva, sentimento de inferioridade, imagens intrusivas, remorso, humilhação, insegurança, vergonha, rejeição, rituais de verificação, desejo de vingança, angústia, possessividade, baixa auto-estima, muito medo de perder o parceiro para um rival,
desconfiança excessiva e infundada, gerando significativo prejuízo no funcionamento pessoal e interpessoal de quem sofre desse mal.
Alguns autores sugerem, por exemplo, que o ciúme patológico possa ser sintoma de um quadro obsessivo-compulsivo, no qual pensamentos de ciúme podem ser vivenciados como excessivos, irracionais ou intrusivos, e podem levar a comportamentos compulsivos, como os de verificação (por exemplo: questionamentos, telefonemas em curtíssimos intervalos entre uma ligação e outra, visitas-surpresa, vasculhar bolsos, bolsas, celulares, agendas, ouvir telefonemas nas extensões, seguir o parceiro, abrir correspondências, entre outros), caracterizados por dúvidas e ruminações sobre provas inconclusivas, na busca incessante de evidências que confirmem ou afastem a suspeita.
A manifestação do ciúme patológico, leva à distorção da percepção da realidade e pode, também, deturpar a interpretação dos fatos.
Forma-se então, um círculo vicioso e pernicioso:
O ciumento não perdoa e não confia.
Se lhe faltam motivos no presente, busca-os no passado e até no imprevisível futuro, ainda que ilusórios, frutos de sua imaginação atormentada.
Diante da gravidade das consequências desse problema, é fundamental atentar para a importância do tratamento psicológico e/ou psiquiátrico, em casos de ciúme patológico.
Admitir o problema, não negligenciando, nem negando a situação e procurar ajuda são gestos de sabedoria.
Discutindo a relação abertamente com o parceiro, dividindo angústias e temores, procurando questionar os fatos, rever as atitudes tomadas, auto-avaliar-se, entre outras atitudes benéficas, promovem uma autocompreensão e autoconhecimento, necessários para uma relação amorosa saudável, caso contrário, esse problema pode levar a uma série de consequências, tais como a solidão, a depressão e outras, muitas vezes, irreversíveis.
É importante que profissionais diversos, como psicólogos e psiquiatras, tenham conhecimento acerca do assunto e dos principais aspectos envolvidos na dinâmica de ajustamento conjugal para um tratamento mais eficaz.
(Fonte: Trechos da REVISTA CIENTÍFICA ELETRÔNICA DE PSICOLOGIA - Khallin Tiemi SEO)
TESTE SEU NÍVEL DE CIÚMES
Para verificar o seu nível de ciúme, basta responder honestamente as questões abaixo. Lembrando que as perguntas aplicam-se para ambos os sexos:
1- Quando vocês estão em uma festa e o seu parceiro olha para o lado mais de uma vez, você automaticamente acha que ele está olhando para alguém do outro sexo?
Sim
Não
2- Quando vocês planejam um passeio e no dia marcado seu parceiro diz que está impossibilitado de ir, você logo imagina que ele vai sair com outra?
Sim
Não
3- Se vocês se veem mais de 4 vezes por semana e em um desses dias o parceiro diz que está cansado do trabalho e que, naquele dia, prefere ir direto para casa descansar, você logo pensa que é mentira e que ele irá encontrar-se com outra?
Sim
Não
4- Na noite que seu parceiro preferiu ir direto para casa descansar (pergunta anterior) você fica ligando para seu celular e telefone fixo várias vezes, até de madrugada, para checar se ele está mentindo?
Sim
Não
5- Se seu parceiro informa que não poderá vê-la em um final de semana por que está realizando um projeto em sua residência, você acha que ele está mentindo?
Sim
Não
6- Fica checando os posts do parceiro nas redes sociais em busca de flagrá-lo traindo você?
Sim
Não
7- Independente do assunto, quando você lê posts de amigas de seu parceiro no Mural dele nas redes sociais você fica com ciúmes?
Sim
Não
8- Quando você vê fotos de seu parceiro com outras mulheres, em datas anteriores a que se conheceram, você sente ciúmes?
Sim
Não
9- Se o celular de seu parceiro toca, quando vocês estão juntos, e ele não atende, você logo imagina que é uma ligação de uma rival?
Sim
Não
10- Você já seguiu seu parceiro?
Sim
Não
11- Você acha que quando se vive um relacionamento afetivo seu parceiro deve afastar-se dos amigos?
Sim
Não
12- Em seus relacionamentos afetivos você sempre liga para seu parceiro mais de 3 vezes ao dia e envia vários torpedos ao longo do dia?
Sim
Não
13- E se ele não responde um dos seus torpedos você acha há algo errado?
Sim
Não
• Se respondeu “Não” a todas as perguntas você está de parabéns! Vive seus relacionamentos de forma tranquila e saudável. E não é ciumento.
• Se respondeu “Não” a 8 perguntas pode indicar que você não sente-se totalmente seguro em seus relacionamentos mas, o ciúme ronda ameaçadoramente sua serenidade.
• Se respondeu “Sim” a 10 perguntas sugere que apresenta um perfil de insegurança, baixa auto-estima e pouca confiança em si mesmo. Nessas condições, os relacionamentos afetivos são difíceis. A intervenção psicológica se faz necessária para que o indivíduo possa conhecer seus potenciais e assim readquirir seu amor-próprio.
• Se respondeu “Sim” a todas as perguntas, pode indicar que constantemente suas relações afetivas são marcadas por frequentes desentendimentos e tem pouca duração em virtude do ciúme excessivo, possivelmente ocasionado pela ausência de auto-confiança e auto-estima .
O sofrimento emocional é intenso e requer urgentemente tratamento psicoterápico.
O sofrimento emocional é intenso e requer urgentemente tratamento psicoterápico.
A felicidade de cada um depende da paz interior que construímos e da força de vontade que empreendemos nesse propósito.
(Elaborado por Cristina Santos)
Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos
Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos
domingo, janeiro 27, 2013
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As crianças que convivem com cães têm menos chances de apresentar
alguns tipos de infecções nos ouvidos ou problemas respiratórios do que
aquelas que não têm bichos de estimação, segundo um estudo divulgado
nesta segunda-feira.
O estudo, publicado na revista americana Pediatrics, não
especifica os motivos do resultado, mas sugere que ficar perto de um
cachorro que passa parte de seu dia ao ar livre fortaleceria o sistema
imunológico da criança em seu primeiro ano de vida.
Os gatos também ofereceriam este tipo de proteção para os bebês, mas o efeito seria menor do que com os cães.
O estudo incluiu 397 crianças, com entre nove e 52 semanas, na
Finlândia. Durante um ano, elas foram levadas pelos pais para análises
de sua saúde.
A conclusão dos médicos foi de que os bebês que convivem com gatos ou
cães têm 30% menos chances de apresentar sintomas de infecções
respiratórias - que incluem tosse, rinite e febre - enquanto quase
metade provavelmente não sofrerá infecções de ouvido.
"As crianças que tiveram contato com cães e gatos em casa ficaram
significativamente mais saudáveis durante o período de estudo", destacam
os médicos do Hospital Universitário Kuopio na Finlândia.
A diferença mais notória foi observada entre as crianças que convivem
com um cachorro dentro de casa por seis horas ao dia, contra aquelas que
não têm bichos de estimação ou os colocam para fora de casa.
"Apresentamos uma evidência preliminar de que ter um cão pode ser
benéfico contra infecções no trato respiratório durante o primeiro ano
de vida", destaca o estudo.
"Consideramos que o contato com animais ajudaria a amadurecer o sistema
imunológico, levando a uma resposta imunológica mais tranquila e a uma
breve duração das infecções", destaca.
O resultado foi significativo, inclusive depois que os cientistas
descartaram outros fatores influentes, como não ter sido amamentado,
ficar em creche, ser criado por fumantes ou por pais com asma, ou
conviver com outras crianças.
Além de ter menos infecções nos ouvidos e infecções respiratórias, os
bebês que vivem com cães tendem a precisar de menos tratamentos com
antibióticos na comparação com aqueles que vivem em casas sem mascotes.
Estudos anteriores demonstraram resultados diversos, desde aqueles que
apontaram que ter bichos de estimação não representa nenhum benefício às
crianças até os que afirmam que o contato com animais ofereceria
proteção contra resfriados e doenças estomacais.
Mas os autores do estudo na Finlândia destacam que sua análise se
diferencia por ter concentrado exclusivamente o primeiro ano de vida e
não inclui a presença de outras crianças.
Fonte: AFP
terça-feira, julho 10, 2012
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Foi uma moça americana quem me disse, no meio de uma festa, que os
homens brasileiros tinham mania de transar demorado. Em vez de fazer
sexo de um jeito gostoso e rápido – que ela considerava ideal - seu
namorado brasileiro não parava enquanto ela não estivesse exausta e
irritada. “Numa noite especial, de vez em quando, tudo bem”, ela me
disse, cheia de impaciência. “Mas, a toda hora... Eu não sou
maratonista.”
Para que fique claro, ela não se queixava de longas e minuciosas
preliminares.
Reclamava do tempo excessivo de penetração, que ela
considerava apenas uma exibição de vigor da parte dele. Ao final da
festa, todo mundo bêbado, ela ainda voltou ao assunto e me perguntou se
os brasileiros eram todos assim, exibicionistas.
Constrangido e ofendido
nos brios nacionais, eu respondi, encerrando a conversa, que não fazia a
menor ideia.
Esse diálogo ocorreu faz tempo. Na hora, eu achei, com alguma razão,
que era conversa de gringa, choque cultural e tal, mas o comentário
ficou gravado.
Desde então, toda vez que um amigo se gaba – como os
homens fatalmente fazem – de ter dado “uma surra de cama” numa garota,
dentro de mim uma voz sarcástica pergunta: “E ela, gostou?”
Antes de prosseguir, uma informação em benefício das mulheres: os
homens são terrivelmente solitários quando se trata de sexo. Embora
gastem um tempo enorme falando do assunto, eles não trocam informações
verdadeiras.
Enquanto as mulheres conversam sobre as suas dificuldades,
os homens relatam ao bando apenas os seus triunfos, reais ou
imaginários.
O resultado é que existem dois mundos opostos na cabeça
masculina, quando se trata de sexo. Um é feito de performances medianas,
vexames e glória eventual.
É o mundo da experiência verdadeira, íntima.
O outro mundo, repleto de conquistas épicas e ereções olímpicas, é o do
relato mitológico dos outros.
Qual é a realidade coletiva? Não faço
ideia. Sei que na cama, como diria Fernando Pessoa, somos todos
príncipes. Quem salva os homens da completa desinformação em relação ao sexo são
as mulheres. Elas nos relatam, em geral de forma indireta, o que
acontece na intimidade delas e dos outros homens.
Como não estão
comprometidas em contar vantagem, nem preocupadas em destruir
reputações, (exceto em uma ou outra ocasião...), vêm delas bons relatos.
E opiniões menos apaixonadas. Por isso decidi, na semana passada,
esclarecer diretamente com elas a história das transas demoradas:
afinal, isso é bom para elas ou não é?
Minha pequena amostra, colhida entre mulheres de idades e situações
conjugais distintas, sugere que o empenho dos homens em esticar aquele
momento ao máximo pode ser inútil.
Várias mulheres dizem detestar sexo prolongado: “Enquanto o cara está
lá, se achando o máximo, eu fico pensando, ‘meu deus, acaba logo com
isso’”.
Outras dizem gostar apenas de preliminares demoradas: “Elas são
importantes e deliciosas”. Poucas afirmam gostar de “trepadas
quilométricas”, com recordes de penetração. “No começo de um
relacionamento ou empolgada com um flerte, é legal”, me disse uma. Mesmo
quem gosta muito, faz ressalvas: “Tem de ter intensidade, sentimento.
Não pode ser uma coisa mecânica”.
É quase unânime a opinião entre as mulheres que os homens estão se
empenhando exageradamente por desinformação. “Acho que teve tanto
marketing nas revistas femininas para combater a ejaculação precoce que a
história virou para o outro lado”, me escreveu uma amiga. “Hoje, os
caras vão para a cama como quem vai para um teste de resistência.” Ela
me disse que a tendência é tão forte que as garotas começam a regular
sexo por achar que o parceiro está esperando uma maratona – e elas não
se sentem fisicamente preparadas.
Outra coisa que fica nítida nessas conversas é o apego das mulheres por
experiência emocionais durante o sexo, não somente físicas. Homens que
não gozam privam a parceira de uma sensação importante de satisfação.
Aqueles que gozam e depois se dedicam ao orgasmo dela ganham pontos na
categoria da solidariedade erótica.
Quem consegue gozar ao mesmo tempo
em que elas, leva para casa um troféu de enorme valor por sintonia.
Sentimentos, rapaz, sentimentos...
Claro, essas coisas variam de casal para casal. Quem gosta de um jeito
com fulano pode gostar de outro com sicrano. É preciso explorar as
possibilidades, no limite do temperamento de cada um.
As regras são
flexíveis, mas existe uma coisa chamada personalidade sexual. A
Alguns curtem sexo intensamente e são capazes de transar por horas.
Alguns curtem sexo intensamente e são capazes de transar por horas.
Outros
gostam ainda mais, mas concentram seu prazer em espasmos curtos.
Há os
que se interessam menos pelo assunto.
Sexo, afinal, é diversidade, como tudo na vida. Muitos adoram correr,
tantos detestam. Uns têm enorme capacidade de concentração, outros se
distraem com facilidade.
Há pessoas gulosas e aquelas naturalmente
comedidas. Se as pessoas são diferentes em tudo, não é de esperar que se
comportem da mesma forma na cama - a não ser que estejam tentando
imitar um padrão, o que constitui enorme besteira.
Um dos segredos
públicos do sexo feliz é a necessidade de descobrir seu próprio jeito de
ter prazer. Mas isso leva tempo e implica, necessariamente, em pôr de
lado estereótipos e modelos.
Para os homens não é fácil. Desde que a gente é garoto, tem sempre um
sabichão disposto a explicar do que as mulheres realmente gostam. Essas
conversas prematuras e desinformadas, que envolvem quantidades
imensuráveis de mentiras, tendem a encher nossa cabeça de lixo. Demora a
livrar-se delas e descobrir, na prática do sexo, no afeto das relações,
o que é bom e ruim, para nós e para elas. Na verdade, é um trabalho
para a vida inteira.
Da minha parte, gosto de pensar em sexo como um trem em movimento.
O orgasmo é uma estação onde todo mundo quer descer, de preferência juntos.
Nem sempre dá.
O orgasmo é uma estação onde todo mundo quer descer, de preferência juntos.
Nem sempre dá.
Em geral nós, homens, desembarcamos primeiro, e
temos de esperar, cheios de dedos, pelo vagão da mulher, que vem lá
atrás.
Com a prática e as preliminares, a ordem se inverte: ela desce do
trem primeiro, depois nos ajuda com a nossa bagagem. De um jeito ou de
outro, o tempo da viagem é menos importante que chegar ao destino.
Quando os dois estão na plataforma, felizes, pode-se fazer
qualquer outra coisa: passear, ler, dormir, comer. O trem do sexo,
afinal, vai estar lá à nossa espera, toda vez que quisermos viajar.
Fonte: Revista Época - Ivan Martins
quarta-feira, junho 06, 2012
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Sem sombra de dúvidas, somos a única espécie na Natureza que nunca se contenta com o que tem.
Vamos refletir sobre os exemplos abaixo e ver se não conhecemos, pelo menos, uma pessoa que tenha apresentado as reações a seguir:
1- O indivíduo possui casa própria com sala, 2 ou 3 quartos, cozinha, banheiro e área de serviço, decentemente pintada e bem ventilada, mas se queixa que é pequena e não comporta suas tralhas. E enquanto não faz uma dívida monstro para adquirir outra, não sossega.
Porém, essa mesma criatura, em seus momentos de desvario não lembra que milhares achariam a sétima maravilha da Terra morar em uma como a dele!
2- O item Transporte deixa muito fígado intoxicado com tanto sentimento de raiva que o inunda, quando os menos desavisados passam dias e até meses amaldiçoando a sorte (ou empenho) do colega que trocou de carro por um novinho. Ele, apesar de ter um bom exemplar apenas com três anos de uso e que atende a todas as suas necessidades, não lembra que ANTES, este, também foi seu objeto de desejo e que o conquistou!
3- No Setor Comunicação Móvel a situação se transforma em uma verdadeira Epidemia e em certas situações parece até brincadeira de criança quando falam para as outras: "Eu tenho, você não temmm"...
Claro, os adultos, são mais sutis, não jogam explícitamente na cara do outro uma frase como esta, mas fazem questão de dizer que o modelo 'x' tem 1000Gb de memória, que a plataforma do 'maravilhoso equipamento' permite acessar até a Casa Branca, e se brincar, entrar no chat com Obama!
Claro, a essa altura, o camarada já está mentalmente calculando o que vai deixar de pagar para poder adquirir aquele equipamento e nem consegue imaginar como seria sua vida sem ele!
O infeliz só não está lembrando que, ele mal conhece as funções do seu atual aparelho e que só o utiliza para falar...
4- No Lazer, os adultos se esmeram por pagar 60 prestações para realizar uma viagem de 8 noites e 7 dias a 24 países com direito a 20 minutos em cada um! Engraçado é quando essas pessoinhas retornam do 'tour' e quando, no meio do papo, alguém fala sobre uma linda cachoeira que existe há 100km de sua própria cidade, o sujeito, sem graça, diz não conhecer.
Por que será?
5- Agora vem a parte mais delicada e, seguramente, a campeã nas queixas: Relacionamentos Afetivos.
Neste setor, raros, estão satisfeitos e a lista das reclamações é interminável.
Só pontuaremos algumas, por serem frequentemente citadas:
- Duas criaturas se conhecem em uma balada, no final da noite, remexem-se um dentro do outro, trocam espermas e ácido lático e no dia seguinte, alguém ficará com uma certa sensação de vazio.
- Casal namora há um ano e chegam a conclusão que não podem mais viver longe um do outro e se casam. Meses depois descobrem que o ciúme sufoca a relação e não sabem porque suas contas dos respectivos celulares ficaram tão altas!
- Homem convida a mulher para jantar e, no final da noite, se não a transforma em sobremesa é imediatamente rotulado de 'não ter pegada'.
- Mulher que após o jantar não quer ser a continuidade dele, é cortada sem dó nem piedade da lista.
E no final, todos reclamam que estão sozinhos. Por que será?
6- Aparência...aqui a lista é tão grande que se digitasse sem parar até o final do ano, ainda não terminaria. Mas, vamos lá:
- Corpinho proporcional para a mulherada é coisa do passado. Agora, deve ser 'malhado'.
- Sutiã nº 42, nem pensar. No mínimo 46 que é para comportar os 300ml de silicone em cada peito.
- Traseiro 80cm, nem em sonho. Calibrado com mais 500ml, para ficar bem piriguete.
- Sobrancelhas realçadas cuidadosamente à pinça, jamais! Agora, é à laser.
- A voz continua a mesma, mas os cabelos...quanta diferença. O coitado é queratinizado, cortado, repicado, escovado, alisado, chapado para parecer 'natural', claro!
- Os mancebos não se fazem de rogado e até mudaram o nome da própria anatomia.
Portanto, agora, homem não tem Tórax, tem 'tanquinho'. Não tem braços, tem bíceps.
Mas, verdade seja dita, eles estão bem mais solidários ao sofrimento feminino.
Também gritam na depilação! Claro, pois hoje, muitos abominam um antigo símbolo de masculinidade e arrancam a pelagem até de áreas que me recuso a dizer neste post...
Ufa, até cansa listar tudo isso, mas apesar do tom de humor adicionado às situações mencionadas, sabemos que elas são reais e que as dores, angústias e sofrimentos causados são o resultado da nossa insatisfação com o que temos ou vivemos.
Será que para sermos, de fato, felizes, precisamos trocar de carro todo ano e, se possível, por um importado?
Será que a comunicação por aparelhos deixará de acontecer se não mudarmos de modelo a cada lançamento do setor?
Será que não seria mais prazeroso vivenciar momentos de lazer com os amigos desfrutando e conhecendo nosso próprio país antes de nos aventurarmos no desconhecido?
Ser feliz é o desejo de todos, mas para que isso aconteça é preciso que amemos como somos, com quem vivemos e como vivemos.
Do contrário, continuaremos sempre tentando preencher lacunas internas com procedimentos externos que só mascaram a realidade.
Na verdade, quando analisamos fria e lógicamente, percebemos que a felicidade está presente todos os dias em nossas vidas. Nós é que não a vemos. Ou melhor, não queremos vê-la como é, pois a nossa insatisfação não permite.
Para um adulto que vive na Somália, com parcos recursos, sozinho ou com familiares, se perguntado o que é felicidade, certamente ele responderá: "Ter comida todos os dias, uma cama com roupa limpa para dormir, água para beber e um teto que os abrigue".
Nós temos tudo isso e muito mais!
Temos um corpo e mente sadios, um país sem guerras ou atentados, um belíssimo céu azul, vasta fauna e flora e um povo acolhedor.
Ser feliz é estar vivo, participando e interagindo, amando e se doando, criando e repassando, aprendendo e ensinando, tolerando e compartilhando...vivendo!
Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos
terça-feira, outubro 11, 2011
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Tristeza Melhora a Memória
A tristeza pode ter efeitos inesperados no cérebro. Uma pesquisa desenvolvida na Universidade Anglia Ruskin (na Inglaterra) mostra que pessoas tristes têm capacidades maiores de reconhecerem rostos do que pessoas felizes.
Os cientistas não sabem exatamente o que causa essa diferença, mas existe a possibilidade de que pessoas tristes sejam mais suscetíveis a insinuações sociais, tornando-as mais exatas.
Outras pesquisas afirmam que a tristeza é um sentimento importante para a realização de tarefas do cérebro, como a memorização de listas e o pensamento abstrato.
O novo estudo pode ajudar no entendimento da depressão e no desenvolvimento de tratamentos melhores para a doença, além de fornecer mais informações quanto à forma como os humores podem afetar o funcionamento do cérebro.
Fonte: UOL Saúde
quinta-feira, agosto 25, 2011
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Uma taiwanesa informou neste domingo que se casou consigo mesma depois de oferecer um banquete de casamento.
Chen Wei-yi de 30 anos, virou sensação na internet depois que anunciou seus planos de "autocasamento" no mês passado.
A cerimônia aconteceu no sábado, num hotel de Taipé, e contou com a presença de 30 parentes e amigos.
"Casar comigo mesma é uma forma de mostrar que sou confiante e que me aceito como eu sou", declarou Chen. "Devemos nos amar antes de podermos amar os outros. Eu devo casar comigo antes de casar com alguém especial".
A iniciativa de Chen ganhou adeptos em sua página no Facebook.
As autoridades taiwanesas afirmaram que muitas mulheres agora preferem se casar mais tarde ou ficar solteira, o que faz com que os índices de nascimento da ilha sejam um dos menores do mundo.
Fonte: Yahoo Noticias
O que vocês acham dessa atitude da jovem taiwanesa? Será uma crise de solidão, de narcisismo, surto psicótico ou reafirmação de autoconfiança?
terça-feira, novembro 09, 2010
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A correria do dia-a-dia, o caos no trânsito, a fila do banco, o atraso para chegar ao trabalho, o limite do cheque no "vermelho", as cobranças insistentes dos call centers são alguns dos fatores que promovem a descompensação emocional dos que vivem nas chamadas "cidades-grandes".
A pressa é sempre a tônica geral. Ninguém tem tempo para atender uma ligação com calma, comer um sanduíche em paz, tomar um refrigerante até o último gole.
E a culpa é...nossa!
Vamos responder algumas simples questões e veremos que fomos nós que nos impusemos esse ritmo.
Portanto, vejamos - se deseja um resultado verdadeiro, responda com honestidade:
- Você sai para trabalhar todos os dias na mesma hora?
- Faz planejamento, no papel, dos seus gastos com créditos e débitos específicados?
- Quando recebe seu salário, reserva os valores que já estão comprometidos para os pagamentos?
- Compra apenas o que está necessitando quando vai ao shopping?
- Faz lista de compras, verificando os estoques nos ármarios da cozinha, antes de ir ao supermercado?
- Mensalmente, deixa alguma reserva do salário para alguma eventual necessidade?
- Nos últimos dois anos, manteve sua infraestrutura financeira apenas com seus recursos?
Se você respondeu, "Não" 3 vezes, significa que seu planejamento financeiro precisa ser revisto;
Se você respondeu, "Não" 5 vezes, é um sinal de alerta que sugere que você não está conseguindo administrar seus objetivos e que facilmente se deixa influenciar por estímulos externos que o afastam da sua realidade;
Se você respondeu, "Não" a todas as perguntas, significa que é você que está vivendo no "vermelho" e não apenas o seu limite do cheque especial! A sugestão é procurar um bom Psicólogo para reavaliar suas escolhas.
Geralmente, atribuímos à fatores externos as causas das nossas desventuras emocionais, mas, se observarmos atentamente perceberemos que, pelo menos, 50% delas foram o resultado de escolhas e decisões inadequadas.
Simples ações podem alterar o nosso dia. Por exemplo:
Abrir a janela e apreciar o azul do ceú;
Ver aquele pássaro que você ouve todos os dias, mas que nunca pensou que fosse real;
Perceber o caminho por onde pisa e, não apenas, passar por ele;
Sentir o cheirinho do café antes de tomá-lo;
Mastigar aquele pão quentinho que acabou de chegar da padaria sentado à mesa;
Ligar para algum amigo, quando sentir saudade;
Não ter vergonha de dizer que gosta de um filme água com açúcar para aquele amigo super executivo;
Dar bom dia para o porteiro...e a quem mais cruzar o seu caminho!
Se você achou tudo isso uma baboseira e não acredita que possa fazer alguma diferença em um único dia de sua vida, experimente, pois, certamente, ao final dessas 24 horas você terá adquirido, pelo menos, uma certeza: você tem força de vontade.
Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos
sábado, outubro 09, 2010
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Um novo fenômeno da internet começou a ganhar força na França com o nome de
"E-drugs", ou drogas digitais sonoras, com efeitos ainda desconhecidos.
As "e-drugs" se baseiam em um fenômeno neurológico que consiste na emissão de sons diferentes em cada ouvido e que estimula o cérebro, produzindo sensações de euforia, estados de transe ou de relaxamento.
As sessões possuem entre 15 e 30 minutos de sons que podem ser obtidos em sites especializados a preços que variam de sete a 150 euros e transmitem sensações fora do comum aos usuários.
A imagem do consumo desta "droga", por exemplo, um menino tombado na cama de seu quarto escutando música, está longe das provocadas por substâncias que fazem parte da lista de entorpecentes.
Estes produtos nasceram nos Estados Unidos, mas o sucesso e as novas tecnologias os espalharam rapidamente pelo resto do mundo, o que despertou o alerta de certos setores, apesar de alguns analistas acreditarem que não existe risco de dependência.
Fontes da missão interministerial para a luta contra as drogas e a toxicologia da França explicaram à Agência Efe que se trata de um fenômeno que não é "nem alarmante, nem emergente" e que, por enquanto, não tem motivo para ser proibido.
No entanto, as drogas digitais invadiram a França nos últimos dois meses e, por enquanto, seus efeitos são desconhecidos e não há estudos realizados sobre o assunto no país.
Especialistas em Neuropsicologia observam que os sons relaxam, ajudam na concentração e são usados com fins terapêuticos para algumas doenças como o Autismo.
Certas frequências podem estimular a imaginação ou a criatividade, o que poderia criar as alucinações que os consumidores afirmam ter durante ou após as sessões.
Existe um alerta sobre a possibilidade de que, com o tempo, as drogas digitais possam provocar disfunções cerebrais.
Os possíveis perigos das "e-drugs" não parecem preocupar os jovens, que compartilham suas experiências nas redes sociais, onde recomendam as melhores doses.
"Senti chamas em meus braços, que desciam gradualmente até os dedos dos pés, tinha a impressão de que meu braço pesava uma tonelada e um dos meus dedos estava curvado. Então comecei a me sentir muito estranho. Foi genial", relata "Sugar Killer", além de dizer que viu uma tartaruga, um elefante verde e até Papai Noel nos pés de sua cama.
As drogas mais populares da rede têm nomes sugestivos como "Orgasm", "Peyote", "Marijuana" ou "Lucid Dream".
"Meu coração batia muito forte e eu tremia como um louco. Após a dose, me acalmei e parou. Respirei forte e achei que foi ótimo".
Efeitos depois da dose: excitação e vontade de fazer muitas coisas. "A vida é genial", diz uma usuária de apelido "Larta".
As sessões são divididas por temas. Assim, é possível encontrar algumas prescritas para desenvolver a imaginação, aproveitar mais uma partida de videogame ou atividades esportivas, ou até mesmo para aumentar o prazer das relações sexuais.
"No início, nada de especial, como sempre, relaxamento muscular... mas depois de dez minutos me senti muito bem. Tinha mais sensibilidade em minhas extremidades, e de repente tive uma ereção", comenta outro internauta.
"Comecei a escrever em inglês como um romance de verdade, as ideias fluíam pela minha cabeça. Não tive a necessidade de olhar o dicionário, as palavras vinham sozinhas.
Não tinha acabado de escrever uma cena e já tinha a seguinte na cabeça", assegura "Aiana".
Apesar das dúvidas sobre seu consumo, as "e-drugs" se proliferam rapidamente graças às redes sociais.
(Fonte: Yahoo)
sábado, setembro 18, 2010
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Mais um ano de trabalho, mais uma tarefa cumprida.
Serenidade distribuída, Pontuações realizadas,
Questionamentos respondidos, Explosões atenuadas,
Lágrimas compreendidas, Alegrias comemoradas,
Conflitos solucionados, Mágoas pacificadas,
Desentendimentos equacionados, Equilíbrios estabelecidos,
Desafetos harmonizados...Amor instalado!
Essa a missão das almas que se incumbiram de caminhar ao lado de todos que almejam encontrar a paz interior.
Nobre tarefa que dignifica o Homem e engrandece o espírito que a aceita com alegria e a realiza com amor.
Parabéns à todos aqueles que dignamente entitulam-se Psicólogos!
Cristina Santos
(Texto com Direitos Autorais Reservados © Cristina Santos)
sexta-feira, agosto 27, 2010
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O dia-a-dia com suas alterações meteorológicas, o caos no trânsito, a voraz perseguição pela ascenção social, a competição desmedida no mercado de trabalho e as oscilações emocionais levam o indivíduo ao acúmulo de tensões, o famoso, Stress!
Sem muitas opções para combatê-lo ou prevení-lo, chega-se facilmente a estados depressivos e, muitas vezes, ao enfarto.
Para evitar ou minimizar esses quadros é necessário estabelecer novas rotinas e atividades saudáveis para que um padrão de condicionamento diferenciado possa substituir os anteriores.
Sessões de Relaxamento e Meditação facilitam o estabelecimento de posturas mentais equilibradas e ajudam o indivíduo a suportar com serenidade as situações nevrálgicas da vida diária.
Com esse objetivo, foram abertas as inscrições para novos participantes dos grupos de Relaxamento e Meditação.
As sessões serão realizadas no consultório, uma vez por semana, em turmas de 10 participantes, com duração de 1 hora.
Inicío: 26 de Julho de 2010 às 20h
Obs.: Não é terapia de grupo.
Maiores informações via email: cristinasantosbr@yahoo.com.br
segunda-feira, julho 12, 2010
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Enfim Só
Algumas pessoas têm horror de ficar sozinhas. E esse temor é reforçado o tempo inteiro, cada vez mais.
Vivemos num mundo totalmente projetado para fora, para os outros, para as relações.
Há uma profusão de redes sociais, Twitter, blogs e todo o tipo de incentivo para nos mantermos conectados, nos comunicando, interagindo, compartilhando, nos fazendo presentes.
Não há o que questionar quanto ao aspecto saudável e fundamental das amizades, das celebrações, das interações sociais e dos relacionamentos amorosos.
Não há o que questionar quanto ao aspecto saudável e fundamental das amizades, das celebrações, das interações sociais e dos relacionamentos amorosos.
O problema começa quando passamos a depender dos outros para construirmos nossa própria identidade, ou sofremos por carência, necessidade de atenção e falta de companhia.
Outro risco que corremos também é sermos tragados pela infinidade de informações, tarefas e compromissos a que somos submetidos diariamente, as posturas que temos que assumir e os papéis que precisamos representar.
Então, chega um momento em que precisamos de uma pausa para podermos nos reencontrar no meio disso tudo.
Para relembrarmos quem somos e o que desejamos realmente, quais os nossos anseios mais profundos, onde queremos chegar, o que esperamos dos outros e de nós mesmos.
E para isso precisamos ficar à sós, fazer silêncio, nos recolhermos um pouco.
Conquistar intimidade consigo mesmo é uma das coisas mais preciosas que se pode desenvolver ao longo da vida.
Trocar a sensação de ausência do outro pela presença de si mesmo.
E, pelo contrário, isso não tem nada a ver com fobias sociais, reclusão dentro de casa ou isolamento nas montanhas, como os antigos eremitas.
Podemos fazê-lo até em doses homeopáticas, um pouquinho a cada dia, minutos que sejam, até que o desconforto desapareça e o silêncio se torne uma verdadeira fonte de
autoconhecimento, nos proporcionando um incrível bem estar.
Silenciar nos permite ouvir nossos pensamentos, dialogar com eles, identificar o que são desejos genuínos de simples condicionamentos impostos, tomar decisões, buscar soluções, cultivar idéias, confrontar dúvidas e medos, descobrir certezas, descartar o que já não nos serve mais, tentar saber, bem lá no fundo, o que é que precisamos fazer para satisfazer nossas almas.
Depois de um dia ou um período agitados, a necessidade de falar compulsivamente, trocar idéias, desabafar, pode até fornecer um alívio momentâneo, mas o estado de inquietação permanece e exaure a mente e as emoções.
Outro risco que corremos também é sermos tragados pela infinidade de informações, tarefas e compromissos a que somos submetidos diariamente, as posturas que temos que assumir e os papéis que precisamos representar.
Então, chega um momento em que precisamos de uma pausa para podermos nos reencontrar no meio disso tudo.
Para relembrarmos quem somos e o que desejamos realmente, quais os nossos anseios mais profundos, onde queremos chegar, o que esperamos dos outros e de nós mesmos.
E para isso precisamos ficar à sós, fazer silêncio, nos recolhermos um pouco.
Conquistar intimidade consigo mesmo é uma das coisas mais preciosas que se pode desenvolver ao longo da vida.
Trocar a sensação de ausência do outro pela presença de si mesmo.
E, pelo contrário, isso não tem nada a ver com fobias sociais, reclusão dentro de casa ou isolamento nas montanhas, como os antigos eremitas.
Podemos fazê-lo até em doses homeopáticas, um pouquinho a cada dia, minutos que sejam, até que o desconforto desapareça e o silêncio se torne uma verdadeira fonte de
autoconhecimento, nos proporcionando um incrível bem estar.
Silenciar nos permite ouvir nossos pensamentos, dialogar com eles, identificar o que são desejos genuínos de simples condicionamentos impostos, tomar decisões, buscar soluções, cultivar idéias, confrontar dúvidas e medos, descobrir certezas, descartar o que já não nos serve mais, tentar saber, bem lá no fundo, o que é que precisamos fazer para satisfazer nossas almas.
Depois de um dia ou um período agitados, a necessidade de falar compulsivamente, trocar idéias, desabafar, pode até fornecer um alívio momentâneo, mas o estado de inquietação permanece e exaure a mente e as emoções.
Portanto, nada como recolher-se um pouco e permitir que os últimos acontecimentos sejam processados cuidadosamente, para que os aborrecimentos e experiências difíceis possam simplesmente ser liberados, curados e descartados e as lições plenamente compreendidas e internalizadas.
Com o tempo, a mágica acontece: à medida em que nos permitimos, nos recolhermos em nossa concha, mais nos conectamos com nosso próprio centro, nossa essência e, conseqüentemente, adquirimos uma visão mais abrangente do nosso mundo interior e, ao mesmo tempo, de nossa conexão com tudo o que é externo à nós.
Com o tempo, a mágica acontece: à medida em que nos permitimos, nos recolhermos em nossa concha, mais nos conectamos com nosso próprio centro, nossa essência e, conseqüentemente, adquirimos uma visão mais abrangente do nosso mundo interior e, ao mesmo tempo, de nossa conexão com tudo o que é externo à nós.
E essa consciência de estarmos interligados a tudo e à todos, joga fora de uma vez por todas qualquer carência de atenção e necessidade de companhia.
A partir disso, nosso relacionamento com os outros e com a vida só tem a ganhar, pois se torna mais verdadeiro e maduro.
Quanto mais preenchidos nos sentimos, mais temos a oferecer.
E quanto mais oferecemos, mais recebemos em troca.
Quanto mais preenchidos nos sentimos, mais temos a oferecer.
E quanto mais oferecemos, mais recebemos em troca.
sexta-feira, abril 16, 2010
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Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher vamos apreciar
algumas características femininas em suas respectivas culturas.
Percebamos que, o que é comum à um determinado grupo, não
o é em outro.
E isso configura a grandiosidade da mulher diante das mais
diversas solicitações da sociedade.
Parabéns à todas pela capacidade infinita de amar!
algumas características femininas em suas respectivas culturas.
Percebamos que, o que é comum à um determinado grupo, não
o é em outro.
E isso configura a grandiosidade da mulher diante das mais
diversas solicitações da sociedade.
Parabéns à todas pela capacidade infinita de amar!
terça-feira, março 09, 2010
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